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Ager-MT está entre as quatro melhores agências de regulação do Brasil

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) figura entre as quatro mais bem avaliadas agências estaduais de regulação do Brasil, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ranking foi divulgado nesta quinta-feira (17.10) e parte de um estudo da FGV Direito que considerou indicadores como autonomia institucional, regras de governança e independência política.

A pesquisa traçou um raio-x do grau de maturidade de 29 órgãos estaduais reguladores do País e a Ager de Mato Grosso ocupa o 4º lugar como uma das mais maduras institucionalmente.

“Esta classificação nos enche de orgulho e demonstra a grande evolução de maturidade ocorrida nos últimos anos. Destacamos que, de forma independente, também fomos avaliados pelo programa QualiReg, pesquisa esta realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que nos colocou entre as melhores agências do Brasil e, agora, neste trabalho de pesquisa da FGV-Rio que nos posiciona entre as cinco melhores agências estaduais em maturidade”, declarou o presidente regulador da Agência, Luis Nespolo.

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Nespolo completou: “Agradeço ao governador pelo apoio a este crescimento de modernização e governança da Ager e toda a liderança e colaboradores da Agência que acreditam e contribuem com este legado ao Estado, que é a nova Ager-MT”.

Confira aqui a íntegra da matéria do Valor Econômico.

Fonte: Governo MT – MT

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Governador determina reabertura do cadastramento de pescadores para receber auxílio do Repesca e aumenta prazo para 5 anos

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O governador Otaviano Pivetta determinou, nesta sexta-feira (22.5), a reabertura do cadastro do Repesca, programa do Governo de Mato Grosso que garante auxílio financeiro a pescadores profissionais afetados pelas regras da Lei do Transporte Zero. A medida será estendida por mais cinco anos.

A decisão foi anunciada durante reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), quando também foi criada uma comissão formada por sete parlamentares estaduais e representantes do Governo do Estado, para rediscutir a lei e construir uma proposta de solução para o setor.

“Tenho respeito pelo povo de Mato Grosso e pelos pescadores. Nós não queremos destruir o que foi feito para proteger os rios, mas também não vamos deixar famílias sendo prejudicadas. Precisamos encontrar equilíbrio e uma solução justa para todos”, afirmou o governador.

Segundo o governador, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) vai reabrir o sistema do Repesca, após aditamento da lei, e ampliar o atendimento nos municípios, incluindo ações junto aos CRAS para facilitar o acesso dos pescadores que ainda não fizeram o cadastro.

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O Repesca garante pagamento de auxílio financeiro equivalente a um salário mínimo aos pescadores profissionais habilitados, conforme critérios estabelecidos em lei.

“Quem ainda não conseguiu se cadastrar vai ter uma nova oportunidade. Vamos até essas pessoas, junto com os CRAS dos municípios, para garantir que ninguém fique de fora”, disse Otaviano Pivetta.

O governador destacou que apenas 2.172 pescadores aderiram ao programa até o momento, número considerado baixo diante da demanda estimada no setor.

O deputado Wilson Santos destacou a postura do governador Otaviano Pivetta durante a reunião na Assembleia Legislativa e afirmou que o gesto de ouvir diretamente as demandas dos pescadores reforça o diálogo com a categoria.

“O senhor saiu do seu gabinete, sentou e ouviu as demandas. Isso é algo importante, inédito nesse processo. Em 15 dias vamos apresentar uma proposta. Democracia é isso, é conviver com o contraponto. Para ganhar, ninguém precisa perder. Tenho convicção que o Estado vai olhar com atenção para os pescadores profissionais e buscar uma solução equilibrada para essa categoria”, disse.

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Transporte Zero

A Lei nº 12.197/2023, conhecida como Transporte Zero, foi criada para combater a pesca predatória e preservar os rios de Mato Grosso.

A norma proíbe, por cinco anos a partir de 1º de janeiro de 2024, o transporte, comércio e armazenamento de peixes dos rios do Estado.

Como forma de compensação, pescadores profissionais cadastrados no Repesca e no RGP têm direito a um auxílio de um salário mínimo mensal, desde que comprovem atividade na pesca como principal fonte de renda antes da entrada em vigor da lei.

A lei também prevê ações de qualificação profissional e incentivo a atividades como turismo e aquicultura.

Fonte: Governo MT – MT

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