MATO GROSSO

CGE adere ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial e reforça compromisso com a transparência

Publicado em

A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso formalizou, nesta terça-feira (1º.7), durante a 5ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada, a adesão como apoiadora institucional do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial. A iniciativa, liderada pela Controladoria-Geral da União (CGU), busca incentivar empresas que atuam no país a assumirem voluntariamente um compromisso público com a integridade empresarial.

Com a adesão, Mato Grosso reafirma seu papel como referência na promoção da transparência, integridade e no combate à corrupção. O compromisso também contribuirá para a avaliação dos programas de integridade exigidos nas contratações públicas, fortalecendo as relações éticas entre governo e setor privado.

Lançado pela CGU, o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial visa estimular práticas empresariais éticas e responsáveis, fomentar um ambiente de negócios mais justo e transparente, além de promover o desenvolvimento sustentável e a confiança mútua entre os setores público e privado.

“A adesão de Mato Grosso reforça nosso compromisso em promover a ética e a transparência também nas relações com o setor privado. Esse passo nos ajuda a garantir que as empresas que contratam com o poder público atuem de forma íntegra, o que gera mais segurança jurídica, eficiência nos gastos e confiança da sociedade nas instituições”, destaca o controlador-geral, Paulo Farias.

Leia Também:  Faissal finaliza 2024 com 519 ações parlamentares em seu segundo mandato

O anúncio da adesão da CGE como apoiadora institucional ocorreu durante a 5ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada. Na ocasião, o controlador-geral, Paulo Farias, foi representado pela superintendente de Responsabilização de Pessoas Jurídicas, Nilva Rosa.

O evento contou com uma programação voltada ao fortalecimento das políticas de integridade no setor privado e à articulação entre os três níveis da federação para aplicação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013). O encontro também possibilitou debates sobre práticas sustentáveis, inovação na gestão da integridade e o compartilhamento de boas práticas e cases de sucesso entre os integrantes da Rede.

A abertura reuniu o ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho; a secretária-executiva, Eveline Brito; o secretário de Integridade Privada, Marcelo Pontes Vianna; e a diretora de Promoção de Integridade Privada, Cristine Ganzenmüller.

Idealizada pela CGU, a Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada tem como missão fomentar e uniformizar a aplicação da Lei Anticorrupção em todo o país. Por meio da troca de boas práticas, compartilhamento de experiências e capacitação técnica, a Rede promove cooperação entre as unidades federativas, evitando duplicidade de esforços e harmonizando critérios de avaliação dos programas de integridade.

Leia Também:  De estado em crise a referência nacional em investimentos: Governo de MT ampliou em 600% recursos aplicados em obras e ações

Ao incentivar a inovação, a melhoria contínua e a cultura de integridade no setor privado, a Rede contribui para fortalecer a transparência nas relações público-privadas e para uma gestão pública mais eficiente, responsável e confiável aos olhos da sociedade.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

Published

on

Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Leia Também:  Governo de MT inaugura Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição nesta quarta-feira (18)

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA