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CGE adere ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial e reforça compromisso com a transparência

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso formalizou, nesta terça-feira (1º.7), durante a 5ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada, a adesão como apoiadora institucional do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial. A iniciativa, liderada pela Controladoria-Geral da União (CGU), busca incentivar empresas que atuam no país a assumirem voluntariamente um compromisso público com a integridade empresarial.

Com a adesão, Mato Grosso reafirma seu papel como referência na promoção da transparência, integridade e no combate à corrupção. O compromisso também contribuirá para a avaliação dos programas de integridade exigidos nas contratações públicas, fortalecendo as relações éticas entre governo e setor privado.

Lançado pela CGU, o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial visa estimular práticas empresariais éticas e responsáveis, fomentar um ambiente de negócios mais justo e transparente, além de promover o desenvolvimento sustentável e a confiança mútua entre os setores público e privado.

“A adesão de Mato Grosso reforça nosso compromisso em promover a ética e a transparência também nas relações com o setor privado. Esse passo nos ajuda a garantir que as empresas que contratam com o poder público atuem de forma íntegra, o que gera mais segurança jurídica, eficiência nos gastos e confiança da sociedade nas instituições”, destaca o controlador-geral, Paulo Farias.

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O anúncio da adesão da CGE como apoiadora institucional ocorreu durante a 5ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada. Na ocasião, o controlador-geral, Paulo Farias, foi representado pela superintendente de Responsabilização de Pessoas Jurídicas, Nilva Rosa.

O evento contou com uma programação voltada ao fortalecimento das políticas de integridade no setor privado e à articulação entre os três níveis da federação para aplicação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013). O encontro também possibilitou debates sobre práticas sustentáveis, inovação na gestão da integridade e o compartilhamento de boas práticas e cases de sucesso entre os integrantes da Rede.

A abertura reuniu o ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho; a secretária-executiva, Eveline Brito; o secretário de Integridade Privada, Marcelo Pontes Vianna; e a diretora de Promoção de Integridade Privada, Cristine Ganzenmüller.

Idealizada pela CGU, a Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada tem como missão fomentar e uniformizar a aplicação da Lei Anticorrupção em todo o país. Por meio da troca de boas práticas, compartilhamento de experiências e capacitação técnica, a Rede promove cooperação entre as unidades federativas, evitando duplicidade de esforços e harmonizando critérios de avaliação dos programas de integridade.

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Ao incentivar a inovação, a melhoria contínua e a cultura de integridade no setor privado, a Rede contribui para fortalecer a transparência nas relações público-privadas e para uma gestão pública mais eficiente, responsável e confiável aos olhos da sociedade.

Fonte: Governo MT – MT

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Delegação chinesa mira carne sustentável e novos negócios em MT

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Uma missão internacional liderada pela Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais (CFNA) está em Mato Grosso até 6 de maio com foco direto na carne bovina, sustentabilidade e ampliação da relação comercial com o país asiático. A China é destino de metade da produção de grãos e proteína animal de Mato Grosso.

O primeiro compromisso foi realizado nesta segunda-feira (4), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, em reunião com o governador Otaviano Pivetta, secretários de Estado e representantes do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), que intermediou e é anfitriã da comitiva. A delegação reúne técnicos da CFNA e cerca de 20 empresários asiáticos que atuam na importação, logística e distribuição de proteína animal no mercado chinês.

A visita tem caráter técnico e estratégico. Mato Grosso foi escolhido como vitrine de um dos temas que hoje mais pesam na abertura e manutenção de mercado: a capacidade de produzir com sustentabilidade comprovada e rastreabilidade completa, da origem do animal até o destino.

A delegação veio ao Estado para avaliar, in loco, como funciona o modelo de carne sustentável e como esse sistema pode atender às novas exigências do mercado chinês, cada vez mais atento a critérios ambientais, sanitários e de transparência na cadeia produtiva.

“A visita ao Brasil está diretamente ligada ao avanço da carne com sustentabilidade. Mato Grosso já é reconhecido como uma das regiões mais avançadas do país nesse tema, e viemos entender como esse modelo funciona na prática, desde a fazenda até a chegada do produto ao mercado chinês”, afirmou a vice-presidente da CFNA, Yu Lu.

Além da carne bovina, a missão também observa a capacidade produtiva do Estado em outras commodities e avalia oportunidades de diversificação da pauta exportadora. O movimento acompanha uma estratégia mais ampla da China de garantir segurança alimentar com múltiplos fornecedores e cadeias mais previsíveis.

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“A gente não está olhando apenas para a carne bovina. Mato Grosso tem força também em soja, milho e outros produtos, e isso amplia o interesse da China na região”, completou Yu Lu.

Cota para exportação

Outro ponto tratado na reunião foi a cota de exportação de carne para a China, que já apresenta alto nível de utilização nos primeiros meses do ano e gera preocupação entre produtores brasileiros. A cota do Brasil é de embarque de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina por ano. De janeiro a março, o país já usou 46% da cota. Apenas Mato Grosso exportou para a China no ano passado 978,4 mil toneladas.

Apesar disso, a avaliação da delegação chinesa é de continuidade nas compras, com possibilidade de ajustes futuros no modelo. Yu Lu explicou que existe um mecanismo de controle de volume, mas também há espaço para estudos e ajustes que permitam ampliar esse mercado ao longo dos próximos anos.

Do lado do Governo de Mato Grosso, o discurso foi de reposicionamento estratégico. O Estado quer consolidar uma imagem de fornecedor confiável em um mercado cada vez mais exigente.

“Mato Grosso não quer ser apenas um grande produtor. Queremos ser reconhecidos pela qualidade, pela sustentabilidade e pela rastreabilidade da nossa produção. É isso que garante acesso a mercado e competitividade no longo prazo”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

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A leitura do Governo é de que essa agenda representa uma mudança de patamar na relação comercial com a China, especialmente pela presença direta da CFNA, que atua como elo entre o governo chinês e o setor produtivo e tem influência sobre regras de acesso ao mercado.

“Essa agenda mostra que Mato Grosso está sendo observado não só pelo volume que produz, mas pela forma como produz. A rastreabilidade e as boas práticas comerciais são diferenciais que colocam o estado em outro nível nas negociações internacionais”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman.

A estratégia também passa por agregar valor à produção local e ampliar a participação do estado em etapas mais qualificadas da cadeia, incluindo industrialização e atração de investimentos estrangeiros.

“Mato Grosso já é essencial para a segurança alimentar chinesa porque entrega escala, regularidade e segurança. O próximo passo é avançar em valor agregado, industrialização e integração dessa cadeia com o mercado chinês”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.

Ganho para cadeia produtiva

Entre os avanços discutidos, está a possibilidade de ampliar a pauta exportadora com a inclusão de miúdos bovinos (fígado, rins, língua, coração, dentre outros), que ainda não fazem parte da cota padrão chinesa, hoje concentrada na carcaça bovina. A medida pode representar ganho imediato de valor para a cadeia produtiva.

A agenda da missão segue nos próximos dias com visitas técnicas a frigoríficos e associações do setor, nesta terça-feira (5), além de um workshop técnico no dia 6 de maio, organizado com o Imac, para aprofundar discussões sobre sustentabilidade, rastreabilidade e oportunidades comerciais.

Fonte: Governo MT – MT

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