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Conselho de Desenvolvimento aprova R$250 milhões em financiamentos para impulsionar economia de MT

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O Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem) aprovou 56 cartas de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para os segmentos Rural e Empresarial, liberando cerca de R$250 milhões. Ao todo, foram contempladas 42 cartas do setor rural e 14 do empresarial na 18ª Reunião Ordinária do Codem, realizada na Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), na terça-feira (25).

Para o setor rural, foram destinados R$136 milhões, com a previsão de geração de 370 empregos diretos e 478 indiretos. Já o setor empresarial receberá R$114 milhões, com a estimativa de 477 empregos diretos e 633 indiretos. A concessão desses financiamentos fortalece a economia do Estado e incentiva o desenvolvimento regional.

Os contemplados dividem-se no empresarial em 02 pequenas empresas, 06 pequenas-médias empresas, 04 médias empresas e 02 médias-grandes empresas. No rural, são 22 pequenos produtores, 09 pequenos-médios produtores, 10 médios produtores, e 01 médio-grande produtor.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso e presidente do Codem, César Miranda, destaca a importância do FCO para a expansão dos negócios em Mato Grosso.

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“O financiamento é um mecanismo essencial para garantir o crescimento sustentável dos setores produtivos, ampliando a capacidade de investimento dos empreendedores e promovendo a geração de empregos. A aprovação dessas cartas pelo Codem demonstra o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da economia de Mato Grosso”, afirmou.

O secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos, Anderson Lombardi, ressaltou que os recursos do FCO são fundamentais para impulsionar a competitividade e a inovação nos setores produtivos. “O acesso ao crédito possibilita a modernização das empresas e propriedades rurais, além de fomentar novos negócios. A Sedec tem atuado para que mais empreendedores possam acessar esses recursos e investir no crescimento de suas atividades”, pontuou.

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste é um dos principais instrumentos de fomento econômico aplicados no Estado, proporcionando condições especiais de financiamento para empreendimentos rurais e urbanos. O Governo do Estado segue trabalhando para ampliar o acesso ao crédito e incentivar o desenvolvimento sustentável em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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