MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros extingue incêndio de grandes proporções em silo de fazenda

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, nesta quinta-feira (6.2), um incêndio em um silo de uma fazenda próximo ao município de Campo Verde (a 131 km de Cuiabá).

A equipe da 11ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 08h e se deslocou para o local da ocorrência. Ao chegar, os bombeiros verificaram que um dos secadores do silo estava em chamas.

Antes de iniciar o combate ao fogo, a equipe avaliou a área e identificou que a estrutura do secador apresentava riscos à segurança. Além disso, o incêndio já havia se alastrado para um secador próximo, causando um foco de maior proporção devido aos grãos em seu interior.

Para o combate, os bombeiros adotaram uma estratégia que consistia em iniciar o controle do fogo a longa distância, utilizando um caminhão munck com gaiola para direcionar a água à parte superior dos secadores.

Em seguida, foi realizado o combate direto, através das escadas que davam acesso à escotilha superior e às aberturas dos exaustores. No entanto, as estruturas apresentaram riscos à segurança e a equipe retornou a estratégia inicial, dessa vez, elevando os militares com o auxílio de um guindaste com cesto.

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Devido aos danos causados pelo fogo, a estrutura de um dos secadores entrou em colapso e foi necessário reposicionar as viaturas e máquinas para continuar o combate.

Durante a ação, foram utilizados aproximadamente 130 mil litros de água e 80 litros de líquido gerador de espuma (LGE).

Por volta das 23h, após horas de trabalho intenso, o fogo foi completamente extinto e, em seguida, o rescaldo foi realizado. Não houve feridos.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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