O governador Mauro Mendes se reuniu com o Governo de Osaka, no Japão, para tratar do “GovTech Osaka”, como é chamada a agência de transformação digital da cidade japonesa, nesta terça-feira (10.6).
O objetivo do encontro foi buscar conhecimento sobre a estratégia utilizada por Osaka para otimizar o trabalho e oferecer serviços públicos de melhor qualidade à população, por meio de serviços digitais.
Osaka é uma das 10 principais cidades inteligentes do mundo, por sua abordagem inovadora e eficiente em mobilidade e transporte, infraestrutura, tecnologia, aliadas à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
“Viemos conhecer as estratégias usadas por eles para transformação digital do serviço público, algo parecido com aquilo que estamos fazendo em Mato Grosso com o MT Cidadão. Importante ver, aprender com eles, que são referência em cidades inteligentes, para tentar melhorar o que estamos fazendo em Mato Grosso e, assim, trazer uma maior eficiência no atendimento à nossa população”, afirmou Mauro Mendes.
Os avanços nesse setor de serviços digitais teve início em 2020, após a Covid, com a necessidade de otimizar o atendimento e conectar as pessoas, por meio de aplicativos, para facilitar a vida do cidadão. Tudo aliado à proteção de dados dos usuários.
“Criamos esse sistema para otimizar o atendimento, em oito pontos principais, com o objetivo de fornecer informações em um esforço conjunto entre os municípios da província de Osaka, e para melhorar o serviço público”, destacou Nakatani Motonobu, diretor executivo do Departamento de Estratégias para Cidades Inteligentes de Osaka.
Compõem a comitiva do Governo os deputados estaduais Nininho Bortolini e Beto Dois a Um, os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Rogério Gallo (Fazenda), Laice Souza (Comunicação), César Roveri (Segurança Pública) e Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão), e o procurador do Ministério Público de Contas, Alisson Alencar.
Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente. A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho. Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano. O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição. “Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou. O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos. “Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou. Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade. A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.
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