MATO GROSSO

Escolas da rede estadual recebem kits de laboratório para aproximar teoria e prática e tornar as aulas mais dinâmicas

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) entregou, nesta quarta-feira (29.10), kits de laboratórios à Escola Estadual Cívico-Militar de Tempo Integral Miguel Baracat, em Várzea Grande.

Os conjuntos incluem equipamentos para ciências, química, física, biologia e matemática, concebidos para aproximar teoria e prática e tornar as aulas mais dinâmicas.

A expectativa é fortalecer o processo de ensino e aprendizagem com atividades de investigação e protagonismo estudantil.

“A oportunidade e o despertar da ciência que os estudantes estão tendo aqui é incrível. Nós, professores, estamos aqui para contribuir com isso”, afirma a professora de física Ariana Cecília da Silva.

Entre os alunos, o entusiasmo também é evidente. “Antes, fazíamos as práticas experimentais com recicláveis. Agora, com os equipamentos adequados, o aproveitamento no laboratório será melhor”, conta Ana Luiza Soares, estudante do 9º ano.

Segundo ela, a chegada dos materiais deve mudar a rotina de estudos: “O laboratório tinha uma entrega muito baixa. Agora estamos ansiosos para fazer uso dessa nova tecnologia aqui na escola”.

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De acordo com a Seduc, a ação integra a distribuição nas demais escolas da rede estadual. Mais de 250 kits já foram entregues a escolas do Ensino Fundamental e Médio, beneficiando 74 Escolas de Tempo Integral (ETIs), distribuídas em 11 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e 46 municípios.

Para o secretário de Educação, Alan Porto, o investimento busca tornar o aprendizado mais atrativo. “Queremos que o aprendizado de vocês seja leve, interessante e acolhedor. O estudo precisa fazer sentido para que possam aplicar tudo o que aprendem no dia a dia”, destaca.

As ETIs têm como propósito formar estudantes em sua integralidade, não apenas ampliando a carga horária, mas diversificando e enriquecendo as experiências de aprendizagem.

Com currículo ampliado e alinhado à BNCC, as escolas estimulam projetos, cultura científica e a construção do Projeto de Vida dos estudantes.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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