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Força Tática prende dupla por tráfico de drogas, apreende R$ 7 mil em dinheiro e entorpecentes

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam dois homens, de 21 e 54 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta quinta-feira (29.1), em Cáceres. Com os suspeitos, foram apreendidas 13 porções de maconha e pasta base de cocaína, e uma quantia de R$7.149,00 em dinheiro.

A equipe policial recebeu informações de que uma residência estava sendo utilizada para comercialização de entorpecentes, no bairro Jardim Guanabara. Diante da denúncia, os militares se deslocaram até o endereço indicado e flagraram dois homens, sendo um deles entregando um objeto ao outro.

Em seguida, os policiais realizaram a abordagem ao primeiro suspeito e encontraram uma porção de pasta base de cocaína. Ao perceber a presença policial, o segundo homem tentou fugir e foi detido. Questionado sobre a comercialização de drogas, o primeiro abordado afirmou que adquiriu para uso pessoal, enquanto o outro confessou o crime e possuía mais quantidades na residência.

Durante buscas no imóvel, a equipe encontrou uma porção de maconha e mais 12 porções de pasta base de cocaína, além de uma quantia em dinheiro e material de preparo. Em relato à PM, o suspeito relatou que o dinheiro era proveniente da venda dos entorpecentes.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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