MATO GROSSO

Força Tática prende homem com porções e pés de maconha em Sinop

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam um homem, de 37 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quarta-feira (27.2), em Sinop. Com o suspeito, foram apreendidas porções de maconha e mudas da mesma droga, além de cinco munições calibre .380.

A equipe policial recebeu uma denúncia sobre um homem que estava vendendo drogas, em um veículo Renault Sandero Stepway, em uma região de condomínio de chácaras da cidade.

Os militares da Força Tática iniciaram diligências pela região e identificaram o suspeito e seu veículo. O homem, ao ver a viatura, abandonou o carro e tentou fugir pulando o muro de algumas casas e jogando objetos no chão. Mas ele foi alcançado e detido ainda próximo a seu carro.

Na busca ao automóvel, foi encontrado um pedaço grande de substância análoga à maconha, além de 17 porções da mesma droga que foram jogadas pelo caminho durante a fuga. Também com o suspeito, foram encontradas cinco munições calibre .380 intactas.

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Em relato a equipe, o homem afirmou possuir plantação de maconha em sua chácara. Os policiais foram até a residência dele e localizaram diversos pés de maconha. Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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