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Gefron e PRF apreendem 660 quilos de entorpecentes e recuperam caminhonete furtada

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron), juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu 660 quilos de entorpecentes entre maconha e Skunk, também conhecida como supermaconha, nesta segunda-feira (04.11), em Rondonópolis (a 216 km de Cuiabá). A droga está avaliada em R$ 1,9 milhão.

Ainda na ação, um homem foi preso, e um veículo furtado recuperado.

A droga estava em uma caminhonete Toyota Hilux, de cor branca, que trafegava com sentido a Cuiabá. Após troca de informações entre as instituições de segurança, no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais realizaram a abordagem ao veículo.

Na vistoria, foram encontrados 649 tabletes de maconha e Skank, pesando cerca de 660 quilos, e 50 munições calibre 32. Ainda na verificação, os policiais identificaram que a caminhonete havia sido roubada no dia 28 de setembro. Já o homem possui passagem por crimes de lesão corporal e ameaça.

Somando o valor do veículo e dos demais materiais apreendidos, o prejuízo ao crime organizado é de cerca de R$ 2,1 milhões.

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Diante dos fatos, o suspeito e o veículo foram encaminhados para Delegacia da Policia Civil de Cuiabá para as demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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