MATO GROSSO

Ginásio Aecim Tocantins recebe Regional Centro-Norte de Goalball a partir de segunda-feira (9)

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O Ginásio Poliesportivo Aecim Tocantins, em Cuiabá, recebe, a partir desta segunda-feira (9.6), a Regional Centro-Norte de Goalball, que é organizada pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Com participação de 20 equipes da região, a competição prossegue até sábado (14.6), das 9h às 18h, no equipamento esportivo da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

São 12 equipes na chave masculina e 8 na feminina disputando o título de campeãs regionais e vagas para o Campeonato Brasileiro – Série B 2025 aos times melhores colocados que já não estejam previamente classificados para alguma das duas divisões nacionais.

De Mato Grosso, competem a Regional Centro Norte as equipes femininas do Instituto dos Cegos do Estado do Mato Grosso (Icemat), da Associação Rondonopolitana de Deficientes Visuais (ARDV), e Associação Mato-Grossense de Cegos (AMC).

Estarão ainda representando o Estado as equipes masculinas do Centro de Reabilitação Louis Braille, da Associação dos Deficientes Visuais do Vale do São Lourenço (ADSVL), da Associação dos Deficientes Visuais e Amigos de Sinop (ADEVAS), da ARDV e da Icemat.

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Entre as equipes mato-grossenses, quatro entram em quadra garantidas na Série A do Campeonato Brasileiro da modalidade: Icemat e AMC-MT, na chave feminina, e Icemat e ARDV-MT, na chave masculina.

A programação do evento esportivo conta ainda com curso de formação de árbitros de goalball, que ocorre na segunda-feira (9), no auditório da Arena Pantanal.

A disputa Centro-Norte de Goalball é a quarta regional da modalidade no calendário organizado pela CBDV. A competição passou antes por Natal (RN), São José dos Campos (SP) e Porto Alegre (RS). A última data do calendário Regional de goalball será em Vitória (ES), em julho.

Sobre o goalball

O goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual. As partidas são realizadas em dois tempos de 12 minutos, com três minutos de intervalo. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas.

De cada lado da quadra, há um gol com 9m de largura e 1,30m de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro ou tocar pelo menos uma vez nas áreas obrigatórias. O objetivo é balançar a rede adversária.

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A bola tem um guizo em seu interior para que os jogadores saibam sua direção. O goalball é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva, por isso, não pode haver barulho no ginásio durante a partida, exceto no momento entre o gol e o reinício do jogo e nas paradas oficiais. A bola tem 76 cm de diâmetro e pesa 1,25 kg.

(Informações do Comitê Paralímpico Brasileiro)

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Fonte: OAB – MT

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