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Governo de Mato Grosso lamenta falecimento do presidente do Ipem

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do presidente do Instituto de Pesos e Medidas do Estado (Ipem), Carlos Alberto Lopes Régis, na noite dessa quinta-feira (5.6). Régis tinha 65 anos e foi vítima de um infarto fulminante.

“Recebemos com profundo pesar a notícia do falecimento do Régis, um servidor de carreira do Governo do Estado, que deixou uma grande contribuição. Neste momento de dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos e desejamos que Deus dê força e consolo aos corações enlutados”, manifestaram o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes.

Régis era fiscal metrológico e servidor de carreira da autarquia há 25 anos. Ocupou o cargo de diretor de Avaliação de Conformidade até ser nomeado presidente do Ipem, em março de 2024.

“Como presidente do Ipem, Régis exerceu papel fundamental na modernização e no fortalecimento das ações de fiscalização, deixando um legado de respeito, profissionalismo e contribuição inestimável à administração pública de Mato Grosso”, afirmou o secretário César Miranda.

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Ainda não há informações sobre o velório e enterro.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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