MATO GROSSO

Governo lança primeiro processo de contratação para conclusão das obras do BRT

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O Governo de Mato Grosso vai lançar o primeiro processo de contratação pública para executar o restante da obra de implantação do Sistema BRT, em Cuiabá e Várzea Grande. O edital será publicado no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (10.4).

A contratação será feita por meio de processo de dispensa eletrônica e a participação das empresas ocorrerá por cadastro no Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). Conforme o edital, será escolhida a empresa que apresentar o menor valor, sendo que haverá disputa aberta de lances. O processo será realizado no dia 30 abril.

A empresa vencedora, além de executar os serviços, será responsável pela elaboração dos projetos básicos e executivos.

O primeiro trecho a ser contratado compreende a conclusão e implantação das obras de infraestrutura e urbanização da linha Várzea Grande – CPA, com a conclusão dos serviços em Várzea Grande e a implantação da infraestrutura em Cuiabá, do trecho da ponte Júlio Müller até a Secretaria de Estado de Fazenda.

O valor de referência para execução das obras será de R$ 121,3 milhões, que inclui a instalação de iluminação pública e finalização de serviços de paisagismo. O prazo previsto para a execução das obras é de 180 dias.

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Novas contratações

O trecho da região do Coxipó até ao centro da capital será contratado em um processo separado, assim como a implantação das estações, terminais e outros serviços.

Consórcio

Conforme acordo, o Consórcio BRT está finalizando os serviços na Avenida da FEB, em Várzea Grande, e Avenida do CPA, em Cuiabá, até o Crea. O consórcio tem 150 dias para a conclusão dessas obras.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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