MATO GROSSO

Hospital Regional de Sinop promove conscientização sobre câncer de mama para servidoras

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O Hospital Regional de Sinop, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), reuniu servidoras, nesta segunda e terça-feira (20 e 21.10), para participação no encontro “Garra e Coração para se Cuidar”, alusivo à campanha Outubro Rosa.

O objetivo do evento foi promover saúde para os profissionais que atuam na unidade, por meio de palestras sobre autocuidado.

O encontro de sensibilização é parte do projeto de extensão “Ninho do Cuidado”, executado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que realiza o trabalho de promoção da saúde materno-infantil, com a participação de estudantes.

Segundo o diretor do Hospital Regional de Sinop, Jean Carlos Alencar, a ação é importante para fortalecer o cuidado com a saúde da mulher, sobretudo durante o mês do Outubro Rosa.

“Foi um encontro de acolhimento, aprendizado e conscientização sobre a importância da prevenção e do autocuidado para a detecção precoce do câncer de mama”, explicou o diretor.

O evento teve como palestrantes as professoras, Alice Nespolo e Priscilla Modes, e a mestranda, Daniele Medeiros. A equipe do projeto realizou dinâmicas e uma roda de conversa sobre experiências de vida.

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O enfermeiro responsável pelo Núcleo de Educação Permanente em Saúde do Hospital Regional de Sinop, Gleisson Barboza, contou que a parceria com o projeto da UFMT começou no Agosto Dourado de 2024, e tem sido cada vez mais ativa.

“Este é o momento de cuidar de quem cuida, que são esses profissionais da saúde, servidores desta unidade que sempre estão de prontidão para acolher e prestar o melhor atendimento aos usuários do SUS [Sistema Único de Saúde]”, informou Barboza.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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