MATO GROSSO

Ingressos para FIFA Series de futebol feminino na Arena Pantanal começam a ser vendidos nesta quarta (1º)

Publicado em

Os ingressos para a primeira edição da FIFA Series de futebol feminino, que acontecerá na Arena Pantanal, em Cuiabá, começam a ser vendidos a partir desta quarta-feira (1º.4), pelo aplicativo Facepass. Nos dias 11, 14 e 18 de abril, as seleções femininas do Brasil, Canadá, Coreia do Sul e Zâmbia se enfrentam no torneio intercontinental, que integra o ciclo de preparação para a Copa do Mundo 2027.

Com valores que variam entre R$ 30 e R$ 100, cada ingresso único dá direito a assistir a dois jogos por dia.

Para atender as recomendações da FIFA, alguns ajustes estão sendo providenciados no estádio gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

“Receber a FIFA Series confirma a posição da Arena Pantanal como referência nacional. Foram feitos apontamentos mínimos que precisavam ser corrigidos e já estão sendo atendidos. A Arena Pantanal já está mais que preparada, e mais uma vez, oportuniza que Mato Grosso esteja na rota de grandes eventos”, destaca o secretário da Secel, David Moura.

Leia Também:  Secretaria de Educação cria Selo de Excelência para fortalecer gestão escolar na rede estadual

Sobre o FIFA Series, o técnico da seleção brasileira, Arthur Elias, destacou que o evento esportivo promove um intercâmbio entre continentes diferentes, possibilitando enfrentamentos com escolas diferentes.

“A seleção da Coreia é bastante competitiva e nunca jogamos contra; o jogo contra a Zâmbia será muito físico e de transições rápidas e eu acho ótimo para treinar a nossa capacidade de entrar em equipes mais compactas; e contra o Canadá, que é uma seleção de alto nível, que já foi campeã olímpica e que o Brasil já enfrentou muitas vezes, fiquei feliz de ter novamente esse confronto”, comentou o técnico.

Entre as 26 jogadoras convocadas por Arthur Elias estão as goleiras Lorena, do Kansas City (EUA) e Lelê do Corinthians, as zagueiras do Cruzeiro Paloma Maciel e Vitória Calhau, a meia campista Duda Sampaio, do Corinthians, e a atacante Tainá Maranhão, do Palmeiras.

A mato-grossense Ana Vitória também integra a seleção brasileira que disputa o torneio na Arena Pantanal. No Corinthians desde o início do ano, a meia campista, que nasceu em Rondonópolis, foi medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris 2024 e acumula extensa experiência com a Amarelinha.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros extingue 3 incêndios florestais e combate 4 nesta segunda-feira (11)


Agenda de jogos:

11 de abril
Canadá x Zâmbia – 15h
Brasil x Coreia do Sul – 21h30

14 de abril
Canadá x Coreia do Sul – 15h
Brasil x Zâmbia – 21h30

18 de abril
Coreia do Sul x Zâmbia – 15h
Brasil x Canadá – 21h30

Todas as partidas serão no horário local de Cuiabá (MT)

Credenciamento de Imprensa

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já abriu o processo de credenciamento de imprensa para o FIFA Series 2026. Os profissionais de imprensa brasileiros interessados na cobertura devem fazer a solicitação através do sistema da CBF (clique aqui).

A imprensa estrangeira deve providenciar o credenciamento através do e-mail [email protected]. A mensagem deve conter nome completo, função, empresa, passaporte, telefone para contato e e-mail de cada profissional.

O credenciamento será único para toda a competição. As solicitações de toda a imprensa (brasileira e estrangeira) devem ser enviadas até o dia 6 de abril, às 18h (horário de Brasília).

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Published

on

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Primeira-dama do Estado abraça missão em combate ao câncer de mama em campanha do Corpo de Bombeiros Militar

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  PM prende três faccionados por sequestro, apreende pistola e R$1,4 mil

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA