MATO GROSSO

Inscrições para vestibular 2025/1 da Unemat são prorrogadas até 4 de novembro

Publicado em

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) prorrogou para o dia 04 de novembro as inscrições do Concurso Vestibular 2025/1, para ingresso no primeiro semestre do próximo ano. O edital complementar foi publicado nesta sexta-feira (04.10).

Esta edição oferta 2.550 vagas em 63 cursos, distribuídos em 13 municípios do Estado. As inscrições custam R$ 150 para o seletivo por prova e R$ 50 para o seletivo por histórico escolar. Confira abaixo os cursos disponíveis em cada município.

O edital completo e a página de inscrições podem ser acessadas clicando aqui.

Este vestibular contará com dois processos seletivos: um por prova e outro por análise de histórico escolar do Ensino Médio, dependendo do curso no qual o candidato tiver interesse. O candidato que ainda estiver cursando o 3º ano do Ensino Médio poderá participar, e deverá enviar o histórico escolar provisório, do 1º e 2º ano do Ensino Médio, que pode ser retirado na secretaria da escola onde estuda.

As provas serão realizadas nas cidades de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

Leia Também:  Tour Noturno é novidade na programação de aniversário do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso

O Vestibular 2025/1 compreende duas fases: a primeira consta de quatro provas objetivas com questões sobre Ciências da Natureza e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias, e Linguagens, Códigos e suas tecnologias; já a segunda etapa constitui-se de prova de redação. As duas fases da prova serão realizadas em etapa única no dia 8 de dezembro, das 13 às 18 horas.

O resultado final será divulgado a partir do dia 3 de fevereiro. O período letivo terá início no dia 17 de fevereiro. Todas as informações sobre as etapas do Vestibular e seus editais podem ser acessadas em vestibular.unemat.br

Qualquer dúvida, basta entrar em contato com a Diretoria de Gestão de Concurso e Vestibulares (Covest) pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (65) 98120-0095.

Cursos com ingresso por histórico escolar:

Administração (Noturno): Campo Verde, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

Arquitetura e Urbanismo (Integral): Barra do Bugres

Ciências Biológicas (Noturno): Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra

Ciência da Computação: Alto Araguaia (Noturno), Barra do Bugres (Noturno) e Cáceres (Matutino)

Ciências Econômicas (Noturno): Sinop

Leia Também:  Polícia Civil prende em flagrante suspeito que tentou extorquir R$ 30 mil de vítima

Educação Física: Cáceres (Matutino) e Diamantino (Noturno)

Engenharia Civil (Integral): Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra

Engenharia de Produção Agroindustrial (Noturno): Barra do Bugres

Engenharia Elétrica (Integral): Sinop

Engenharia Florestal (Noturno): Alta Floresta

Geografia (Noturno): Cáceres e Sinop

História (Noturno): Cáceres

Jornalismo (Noturno): Tangará da Serra

Letras (Noturno): Alto Araguaia, Cáceres, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra

Matemática (Noturno): Barra do Bugres, Cáceres e Sinop

Pedagogia (Noturno): Cáceres, Juara e Sinop

Sistemas de Informação (Noturno): Sinop

Tecnologia de Alimentos (Noturno): Barra do Bugres

Tecnologia em Gestão e Inovação em Agronegócios (Noturno): Tangará da Serra

Zootecnia (Integral, com atividades concentradas no matutino): Pontes e Lacerda

Cursos com ingresso por prova:

Agronomia (Integral): Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra

Ciências Contábeis (Noturno): Alto Araguaia, Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

Direito: Alta Floresta (Noturno), Alto Araguaia (Noturno), Barra do Bugres (Noturno), Cáceres (Matutino), Colíder (Noturno), Diamantino (Noturno) e Pontes e Lacerda (Noturno)

Enfermagem (Integral): Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra

Medicina (Integral): Cáceres

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Quando um filho chama

Published

on

Foto vertical que mostra o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, sentado em seu posto no plenário do tribunal, olhando para o lado. Ele é um senhor branco, de cabelo e barba brancos, usando toga e óculos de grau.Há um instante pequeno, quase invisível, em que a paternidade se revela: um filho chama, e o pai decide se continua o que estava fazendo ou olha para ele e o escuta. É uma cena comum, dessas que os adultos deixam passar. A criança pode guardá-la por muito tempo.

No Dia dos Pais, é natural celebrar afeto, cuidado e dedicação. A data também deixa uma pergunta incômoda: quando nossos filhos pensarem em nós anos depois, do que se lembrarão? Talvez esqueçam o que lhes demos. Dificilmente esquecerão como se sentiram ao nosso lado.

Quem trabalha na Justiça conhece as consequências de vínculos que se romperam ou nunca chegaram a se formar. Processos de reconhecimento de paternidade, pensão alimentícia e convivência familiar trazem histórias marcadas por espera, conflito e ausência. A lei pode reconhecer o vínculo, exigir sustento e proteger direitos. Nenhuma decisão judicial, porém, consegue fazer um pai parar e ouvir o filho com interesse.

Nos processos de família, os autos registram as versões dos adultos, mas a infância continua enquanto o caso é analisado. A rapidez importa. O tempo de uma criança não espera o andamento do processo. Um ano de demora pode atravessar uma etapa inteira de sua formação e transformar distância em costume.

Leia Também:  Ager reforça capacidade regulatória durante evento sobre implementação do Marco Legal do Saneamento em Mato Grosso

Nenhum pai sabe tudo, embora muitos sintam que deveriam ter respostas para tudo. O filho precisa se aproximar sem achar que está incomodando quando o pai trabalha, usa o telefone ou está cansado. É preciso ouvi-lo antes de responder, perceber quando o silêncio esconde alguma coisa e reconhecer os próprios erros. Uma tarde comum pode ficar na memória por décadas porque o pai interrompeu o que fazia e permaneceu ali.

Muitos homens receberam pouco dos próprios pais e acabam repetindo a única forma de convivência que conheceram: disciplina sem ternura e afastamento. Esse passado ajuda a explicar a dificuldade, mas não precisa determinar o próximo gesto. Um pai pode pedir perdão, aproximar-se sem discurso e aprender, mesmo tarde, a demonstrar afeto.

Nenhum filho convive com um pai perfeito. Convive com um homem que trabalha, se cansa, erra e às vezes chega tarde à conversa necessária. Um pai pode morar longe e continuar presente. Há homens que não geraram uma criança, mas assumiram seu cuidado. Ao reconhecer a falha, o pai pode reconstruir a relação. A indiferença repetida ensina o filho a não esperar.

Leia Também:  Setasc abre inscrições para sorteio do Camarote do Autista no jogo entre Cuiabá e Flamengo da próxima quarta-feira (20)

Toda criança tem direito a sustento, proteção e convivência. Há uma necessidade que nenhum processo consegue medir: saber que sua existência importa para alguém. Quando encontra essa certeza no pai, o filho ganha segurança para enfrentar a vida e tem condições de não repetir com os próprios filhos as ausências com que cresceu.

Muitos filhos esquecerão o presente dado ao pai neste domingo. Anos depois, uma conversa na cozinha ou a tarde em que o pai percebeu que havia algo errado poderá voltar à memória com nitidez inesperada. Ninguém planeja essas lembranças. Elas surgem enquanto a vida comum acontece: o telefone deixado sobre a mesa e uma conversa sem pressa.

José Zuquim Nogueira

Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA