MATO GROSSO

Mais 1,5 mil atletas participam da 5ª Corrida de Combate ao Trabalho Escravo em Cuiabá

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Mais de 1,5 mil atletas participaram, neste domingo (23.2), da 5ª Corrida de Combate ao Trabalho Escravo, realizada no entorno do Parque Tia Nair, em Cuiabá. A largada ocorreu às 6h30, com percurso de 5 quilômetros.

Promovida pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae), com apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a corrida integra o calendário de ações voltadas à conscientização e ao enfrentamento do trabalho escravo contemporâneo em Mato Grosso.

Além de incentivar a prática esportiva e a qualidade de vida, o evento mobilizou atletas amadores, profissionais, servidores públicos e famílias em torno da prevenção e combate a essa violação de direitos, reforçando a importância da denúncia e da proteção à dignidade do trabalhador.

Na classificação geral, o primeiro lugar feminino ficou com Querli Lima de Paula, enquanto o campeão masculino foi Deivys Jesús. Entre os servidores da Sesp, Lais Hoshino conquistou o primeiro lugar no feminino, e Reginaldo Duarte foi o vencedor na categoria masculina.

A iniciativa consolida-se como uma das principais ações de conscientização social do Estado sobre o tema, reunindo participantes em um momento de integração, cidadania e compromisso com os direitos humanos.

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Mais informações e resultados complementares podem ser consultados no site www.morro-mt.com.br

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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