Ministério Público MT

Réu que matou por causa de pen drive é condenado a 16 anos de prisão

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Em Vila Rica, município distante 1.259 km de Cuiabá, homem que matou vítima após discussão por causa do sumiço de um pen drive foi condenado a 16 anos e quatro meses de reclusão. Os jurados acolheram a tese defendida pelo Ministério Público de que o homicídio foi cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O julgamento foi realizado na quarta-feira (30).

Segundo a promotora de Justiça substituta Clarisse Moraes de Ávila, a condenação atendeu aos termos da denúncia oferecida pelo Ministério Público. O réu, Antônio Fernandes da Silva, permaneceu preso na Cadeia Pública da cidade no decorrer da ação penal e não poderá recorrer da sentença em liberdade.

De acordo com o MPMT, o crime ocorreu no dia 14 de outubro de 2023, no interior de uma residência particular no bairro Tiradentes I. O réu e a vítima, Vagno Ferreira de Oliveira, estavam no local quando iniciaram uma discussão acerca do sumiço de uma caixa de som, mas logo o objeto foi encontrado dentro da casa. Na sequência, Antônio passou a questionar os presentes sobre um pen drive, mas ninguém soube responder onde estaria o objeto.

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Acusado de ter pego o objeto, Vagno negou estar com o pen drive. Demonstrando nervosismo e alterado, Antônio entrou na casa, pegou uma faca e golpeou a vítima no peito. As testemunhas que estavam no local acionaram a polícia. Antônio foi preso em flagrante no local, enquanto Vagno não resistiu e morreu no hospital.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.

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Foto: Reprodução YouTube.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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