MATO GROSSO

Moradores de Cuiabá ganham prêmio de R$ 100 mil no Nota MT

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O programa Nota MT realizou, nesta quinta-feira (8.5), o sorteio referente ao mês de abril de 2025, premiando 1.010 consumidores cadastrados que pediram CPF na nota. Ao todo, foram distribuídos R$ 900 mil em prêmios, resultado de mais de 4,2 milhões de bilhetes gerados. O Nota MT é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso.

Desta vez, os prêmios principais de R$ 100 mil foram para moradores de Cuiabá. Além disso, três consumidores, dois da Capital e um de Pontes e Lacerda, ganharam R$ 50 mil cada. Os prêmios de R$ 10 mil contemplaram participantes de Nova Nazaré, Querência, Barra do Garças e novamente Cuiabá. Outros mil consumidores receberam R$ 500.

Este foi o 84º sorteio do Nota MT, programa que incentiva a cidadania fiscal e a emissão de notas fiscais, gerando benefícios tanto para os consumidores quanto para entidades sociais.

Para participar, basta se cadastrar no site www.nota.mt.gov.br ou no aplicativo oficial do programa e solicitar a inclusão do CPF na nota no momento das compras. Além dos sorteios mensais, os usuários também podem acumular pontos e utilizá-los para obter desconto no IPVA.

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Atenção aos golpes

A Sefaz reforça o alerta sobre golpes envolvendo o nome do Nota MT. Criminosos têm se passado por servidores da secretaria e exigido pagamentos para liberar os prêmios. A secretaria lembra que os depósitos são feitos diretamente na conta dos ganhadores, sem qualquer tipo de cobrança.

Os resultados dos sorteios estão disponíveis exclusivamente no site e no aplicativo oficial do Nota MT. Em caso de atividade suspeita, o cidadão deve registrar boletim de ocorrência — presencialmente ou pela Delegacia Virtual — e comunicar à Ouvidoria da Sefaz.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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