MATO GROSSO

PM prende homem por tráfico, apreende tabletes de maconha e ferramentas utilizadas para furtar carros

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Policiais militares do 5º Batalhão apreenderam dois tabletes de maconha e diversas ferramentas supostamente utilizadas para arrombar e furtar veículos, nesta quarta-feira (22.10), em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Na ação, um homem, de 25 anos, foi preso em flagrante suspeito por tráfico ilícito de drogas.

Durante a Operação Tolerância Zero, as equipes flagraram dois homens, em atitude suspeita, saindo de um terreno baldio, já conhecido como ponto de compra e venda de entorpecentes, no bairro Sítio Farias. Durante abordagem, com um deles, os militares encontraram algumas porções de maconha. O suspeito confessou que havia mais entorpecentes em sua residência, nas proximidades do local da abordagem.

Já na casa, as equipes foram recebidas pela mãe do suspeito. No quarto do denunciado, os policiais militares localizaram duas mochilas, sendo uma contendo dois tabletes de maconha, algumas porções da mesma substância, uma faca, uma balança de precisão e diversos apetrechos utilizados para embalo dos entorpecentes.

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Já na segunda, as equipes recolheram um aparelho OBD (sistema eletrônico automotivo que permite monitorar o desempenho de veículo) e um bloqueador de sinal comumente utilizados em furtos de veículos, além de dois rádios comunicadores, um alicate e um martelo. O suspeito e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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