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Polícia Militar detém sete faccionados suspeitos por “tribunal do crime” em Campos de Júlio

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Quatro adolescentes foram apreendidos e outros três homens foram presos, na noite deste domingo (1.2), suspeitos por sequestro mediante cárcere privado e tentativa de homicídio, durante um “tribunal do crime”, em Campos de Júlio (566 km de Cuiabá). Os suspeitos, de 16 a 22 anos, integram uma facção criminosa no município.

Os policiais militares receberam denúncia sobre uma briga generalizada em um estabelecimento comercial nas proximidades da Avenida Júlio Campos. No local, testemunhas relataram que um grupo de pessoas teria sequestrado um homem, de 40 anos, e seguiu para uma região de chácaras.

Durante patrulhamento tático, os militares flagraram um dos suspeitos, que correu para os fundos de uma casa, próximo da Praça das Águas Claras. Os militares seguiram o indivíduo e ouviram gritos de socorro e objetos caindo de dentro do imóvel.

Ao entrarem na residência, os militares encontraram a vítima com capuz na cabeça, amordaçada e com os pés e mãos amarrados. O homem apresentava lesões pelo corpo. No momento da abordagem, os suspeitos foram flagrados em uma ligação telefônica.

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Todos os suspeitos tentaram fugir pelos muros, mas foram contidos de forma rápida pelos militares. No local, foram encontrados dois aparelhos celulares e duas facas. A quadrilha foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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