MATO GROSSO

Polícia Militar prende suspeito de matar o próprio irmão e esfaquear namorada

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Policiais militares do 19º Batalhão prenderam em flagrante em Tangará da Serra (a 240 km de Cuiabá), na madrugada desta segunda-feira (18.11), um suspeito de executar o próprio irmão, Cristian Stormann dos Santos, de 18 anos, e de tentativa de homicídio contra a própria namorada, de 22 anos.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados após uma briga familiar entre os envolvidos, e foram informados que no local havia um homem que teria sido esfaqueado pelo próprio irmão.

Assim que chegaram no local do fato, os policiais encontraram Cristian caído em um dos quartos. Uma equipa do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte da vítima e identificou duas perfurações na região do peito.

Em seguida, os militares receberam novas informações de que havia uma segunda vítima esfaqueada pelo suspeito, e que recebia atendimento médico na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do município.

A vítima, uma mulher, apresentava um corte profundo no peito e contou aos militares que é namorada do suspeito.

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Os policiais intensificaram o policiamento na região e identificaram o suspeito, que foi abordado em seguida. À PM, ele confessou a autoria dos fatos, mas não revelou o motivo do crime.

O suspeito possuía um mandado de prisão em aberto. Ele foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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