MATO GROSSO

Polícia Militar realiza promoção de praças e formatura de alunos-soldados nesta sexta-feira (12)

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A Polícia Militar de Mato Grosso realiza, na noite desta sexta-feira (12.12), a solenidade de promoção de praças e a formatura de conclusão do 33º Curso de Formação de Soldados (CFSD). A cerimônia será a partir das 18h, no setor Oeste da Arena Pantanal, em Cuiabá.

A solenidade marca a promoção de 1.106 soldados para o posto de cabo, destravando um processo que poderia levar até 3 anos para a graduação de todos. A medida foi anunciada em outubro deste ano pelo Governo de Mato Grosso e aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado.

Também na solenidade, 206 alunos-soldados do 33º CFSD concluem o curso de formação, iniciado em abril deste ano, e passarão a integrar as fileiras militares para reforço à segurança em todo o Estado.

Participam da solenidade o governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes e o comandante-geral da Polícia Militar, Fernando Tinoco.

Serviço – Promoção de praças e Formatura de alunos-soldados da PMMT

Data: sexta-feira (12.12)
Horário: 18h
Local: Arena Pantanal – Setor Oeste – Avenida Agrícola Paes de Barros, s/n, bairro Verdão, Cuiabá-MT

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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