A Gerência Estadual de Polinter e Capturas, da Polícia Civil efetuou a prisão de 96 foragidos da Justiça no terceiro trimestre de 2024, o que representa um aumento de 146% nas prisões realizadas em relação a 2023.
No último trimestre foram cumpridas 24 prisões em julho, 31 em agosto e 41 em setembro. No mesmo período do ano passado a equipe cumpriu 12 prisões em julho, 21 em agosto e 6 em setembro, totalizando 39 prisões.
As ordens de prisões preventivas, temporárias e condenações decretadas pelo Poder Judiciário foram cumpridas nas ações deflagradas na região metropolitana de Cuiabá e no interior do Estado.
Esses dados foram verificados pela Diretoria de Atividades Especiais durante correição, que ocorre periodicamente em todas unidades da instituição, para acompanhar a regularidade e eficácia dos procedimentos policiais realizados.
Um dos procedimentos de trabalho da Polinter é a realização de diligências, investigações e levantamentos prévios de informações que possam identificar o paradeiro de pessoas consideradas foragidas, além de monitoramentos, campanas e vigilâncias para efetivar as prisões dos alvos.
A delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzi, destacou o importante apoio que a unidade recebe da Diretoria de Atividades Especiais, sempre que necessário, visando a qualidade dos serviços prestados à sociedade.
Para o diretor de Atividades Especiais (DAE), delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, esse resultado demostra que a Gerência possui uma equipe comprometida e dedicada. Ele ainda ressaltou o empenho da delegada Silvia Pauluzi, que buscou a modernização da unidade.
De acordo com o delegado, com auxílio da Diretoria Geral, através da Coordenadoria de Tecnologia de Informação (COTI), foi possível implementar as cartas precatórias 100% digital, expandindo esse modelo para outros Estados, assim agilizando o processo e permitindo que a Polinter tivesse mais tempo para atender as outras demandas. Uma delas é o cumprimento de mandados de prisão.
“A excelente produtividade da Polinter, em especial nesses três meses, deixar claro o empenho dos servidores, que também buscam a integração com as demais forças de segurança para alcançar os objetivos e cumprir com as obrigações legais e atribuições previstas no Estatuto da Polícia Civil”, finalizou Vitor Hugo Bruzulato.
A Polícia Civil prendeu um homem, de 43 anos, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e corrupção ativa, nesse domingo (7.6), em uma região de garimpo de Colniza. Na mesma ocorrência, o filho do suspeito, de 17 anos, foi apreendido por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa.
A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia de Colniza após denúncia de que um homem que estaria portando arma de fogo de forma ilegal.
Durante a abordagem, os policiais localizaram uma pistola municiada na cintura do suspeito, além de um carregador contendo munições.
Diante da situação de flagrante, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido à delegacia. Conforme relato dos policiais, durante o trajeto, o homem ofereceu R$ 10 mil em ouro para que fosse liberado, configurando, em tese, o crime de corrupção ativa.
Já na unidade policial, após realizar a ligação telefônica a que tinha direito, o suspeito recebeu a visita do filho, de 17 anos, que compareceu ao local portando determinada quantidade de ouro.
Conforme apurado, o material teria sido levado com a finalidade de oferecer vantagem indevida aos policiais, circunstância que resultou na apreensão do adolescente por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa, previsto no artigo 333 do Código Penal.
Ao final dos procedimentos, pai e filho seriam ouvidos pela autoridade policial e colocados à disposição da Justiça.
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