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Revista científica da Seciteci registra recorde de submissão de artigos

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A 4ª edição da revista científica Educação C&T registrou recorde de submissão de artigos. Ao todo, 114 autores enviaram 47 trabalhos para seleção e publicação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), o que representa aumento de 17,5% em comparação à edição de 2024, quando foram enviados 40 artigos.

A coordenadora de Regulação e Supervisão da Educação Superior da Seciteci e editora adjunta da Revista Educação C&T, Fátima Possamai, ressalta que os trabalhos passarão pela avaliação que selecionará os artigos finais considerando o alinhamento com as diretrizes e temáticas desta edição.

O dossiê temático deste ano é “Inteligência Artificial, Educação e Trabalho: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável”. Os artigos devem abordar os seguintes eixos: Inteligência Artificial na Educação; IA na Ciência e Pesquisa; IA e Agricultura 4.0 e Desafios Éticos e Sociais da IA.

Fátima destaca ainda a eficácia do trabalho conjunto realizado pela Conselho Editorial Científico que realizou um mapeamento e entrou em contato com grupos de pesquisas que estudam Inteligência Artificial em diversas áreas.

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Segundo a coordenadora, o resultado desta articulação pode ser notado no alcance territorial e institucional: foram recebidos artigos de todas as Instituições públicas de Ensino Superior de Mato Grosso, além de instituições privadas, governamentais, de Educação Básica e profissional. Há ainda trabalhos de seis estados diferentes e 36 instituições – sendo 10 delas de fora de Mato Grosso.

Importante ressaltar que a Revista Educação C&T já consolidou em seu repertório de publicações todas as áreas finalísticas atendidas pela Secretaria, tanto na Educação Profissional quanto na Educação Superior, além de contemplar diversos atores que integram o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação.

Além de manter esse alinhamento, nesta 4ª edição a Revista ampliou significativamente sua abrangência territorial e institucional, reafirmando seu compromisso de promover a disseminação do conhecimento nas áreas de Educação, Ciência e Tecnologia.

O Conselho Editorial Científico da 4ª edição da revista Educação C&T é coordenado pela superintendente de Regulação e Supervisão da Educação Profissional e Superior da Seciteci, Albéria Cavalcanti de Albuquerque, e conta ainda com Fátima Possamai (Editora Adjunta); Olaurildes Corrente (Editor Adjunto); Rosemar Eurico Coenga (Editor Adjunto); Dimorvan Brescancim (Editor de Seção de Educação Profissional e Tecnológica); Francieli Santos Rossi (Editora de Seção de Ensino Superior); e Ricardo Moreira da Silva (Editor Técnico).

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Os artigos escolhidos para 4ª edição serão anunciados no segundo semestre do ano, com a projeção de lançamento da revista durante a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre em outubro. As três edições anteriores estão disponíveis gratuitamente em versão on-line (acesse aqui).

Fonte: Governo MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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