MATO GROSSO

Secel divulga resultado preliminar do edital Bolsa Atleta 2024

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) publicou, nesta sexta-feira (10.10), os resultados preliminares de seleção do edital Bolsa Atleta 2024, que integra o projeto Olimpus, do Governo de Mato Grosso. Com investimento disponível de R$ 5,04 milhões, a seleção pública visa a concessão de auxílios financeiros mensais a atletas de todo o Estado.

Aos esportistas de base, há três categorias de auxílio financeiro: a Infantil, com bolsas de R$ 200; a Base, no valor de R$ 400; e a Estudantil, de R$ 800. Para os atletas de alto rendimento, as bolsas mensais são de R$ 1.200, na categoria Nacional, e de R$ 2 mil reais, na categoria Internacional.

Na lista preliminar de classificados estão atletas de variadas modalidades esportivas, que incluem atletismo, basquete, ciclismo, futsal, natação, handebol, judô, karatê, tênis de mesa, rugby, skateboard, voleibol, wrestling, e muitas outras.

Ainda estão na lista de classificados os atletas com deficiência que atuam nas modalidades paralímpicas, como atletismo, goalball, judô, futebol de cegos, natação, futsal de surdos, dentre outras.

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Com a publicação do resultado preliminar, os interessados devem ficar atentos ao prazo para interposição de recurso, que vai até terça-feira (15.10). O modelo de documento (anexo IX) está disponível na página do edital no site da Secel (link aqui) para assinatura e encaminhamento ao e-mail [email protected].

Serviço | Edital Bolsa Atleta 2024
Resultado preliminar – categoria infantil: link aqui
Resultado preliminar – categoria base: link aqui
Resultado preliminar – categoria estudantil: link aqui
Resultado preliminar – categoria nacional: link aqui
Resultado preliminar – categoria internacional: link aqui

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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