MATO GROSSO

Seciteci leva ciência para a 18ª edição do Ribeirinho Cidadão

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), por meio do Circuito Itinerante MT Ciências, participa da 18ª Edição do Projeto Ribeirinho Cidadão. O evento, realizado entre os dias a partir desta segunda-feira (07.4) até 16 de abril, marca a estreia do Furgão da Ciência, uma nova unidade móvel do programa de popularização do conhecimento científico.

O Ribeirinho Cidadão é uma ação conjunta que visa levar serviços essenciais a localidades que raramente têm acesso a direitos básicos. A iniciativa é liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Defensoria Pública, com apoio do Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Marinha do Brasil e outras instituições.

Através do MT Ciências, a Seciteci participa com oficinas e atendimentos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, possibilitando um contato com conhecimento científico prático e teórico que muitas vezes não alcançaria tais populações.

Visando facilitar o atendimento, o Furgão da Ciência foi idealizado como uma unidade móvel com porte menor que a tradicional Carreta do MT Ciências. Isso possibilitará a equipe levar conhecimento científico a regiões de difícil acesso com várias atrações, como os óculos de realidade virtual.

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De acordo com o coordenador do programa de popularização da ciência na Seciteci, Marcos Natanael, a nova unidade móvel é equipada com experimentos interativos, kits didáticos, equipamentos tecnológicos e materiais educativos que possibilitam uma abordagem dinâmica e prática da ciência. Além disso, contará com demonstrações experimentais e oficinas que despertam a curiosidade e pensamento crítico dos visitantes.

“O MT Ciências seguirá ampliando seu alcance e impactando cada vez mais pessoas com o conhecimento científico, promovendo experiências enriquecedoras e aproximando a ciência do dia a dia da população”, afirma Marcos.

Quatro municípios serão contemplados nesta edição do Ribeirinho Cidadão: Porto Esperidião, Jauru, Reserva do Cabaçal e Salto do Céu. “Essa é uma oportunidade de levarmos conhecimento científico e entretenimento a essas regiões”, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Esta é a terceira vez que o MT Ciências participa do Ribeirinho Cidadão. No ano passado, o circuito passou pelos municípios de Salto do Céu, Distrito de Lucialva (município de Jauru) e de Porto Esperidião. Em 2024, foram realizados 35.216 atendimentos na área da Justiça, Saúde, Cidadania, Educação e Cultura.

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Durante o mesmo período do Ribeirinho Cidadão, o MT Ciências marcará presença na feira de tecnologia e negócios agrícolas “Parecis SuperAgro”. Realizada no município de Campo Novo do Parecis, entre os dias 7 e 12 de abril, o evento receberá a estrutura completa da carreta. Confira mais informações clicando aqui.

*Sob supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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