MATO GROSSO

Seduc alinha metas e ouve demandas da comunidade escolar do polo regional de Confresa

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A Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) iniciou mais uma etapa do “Giro pelas Escolas MT”, um ciclo de reuniões de trabalho que busca fortalecer a comunicação e a colaboração entre a pasta, as 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e os profissionais da educação.

Na manhã desta quinta-feira (13), em Vila Rica, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, realizou reunião de trabalho na Escola Estadual Militar Tiradentes Soldado PM Eustáquio de Paula. Ele também visitou a Escola Municipal Vila Nova e as obras da nova Escola Estadual Maria Esther Peres.

Na quarta-feira (12), esteve em Confresa, que é sede do polo, onde gestores, coordenadores pedagógicos e professores se reuniram com o secretário para discutir as metas da rede estadual para o ano letivo de 2025.

Em Confresa, Alan se reuniu com educadores nas Escolas Estaduais 29 de julho, Teotônio Carlos da Cunha, Escola Militar Tiradentes Cabo José Martins de Moura, além de realizar uma roda de conversa com diretores escolares na sede da DRE.

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O secretário, que coordena pessoalmente as reuniões, destacou a importância de ouvir as vozes de quem está na linha de frente da educação.

“É fundamental entender as demandas e os desafios que as escolas enfrentam diariamente. Este espaço é uma oportunidade para trocarmos experiências e encontrarmos soluções conjuntas”, afirmou.

Segundo ele, cada feedback é uma oportunidade de transformação, que impacta diretamente no aprendizado dos nossos alunos. “A escuta ativa é a chave para construirmos um sistema educacional mais eficaz”, concluiu Alan Porto.

O próximo destino será o polo regional de Juína, nos dias 25 e 26 de fevereiro.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Procurador destaca avanço do MPMT no combate ao desmatamento ilegal

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A responsabilização rápida de autores de desmatamento ilegal e queimadas foi um dos temas abordados pelo procurador de Justiça Gerson Barbosa em entrevista ao programa MP por Elas, realizada na sexta-feira (7), durante a Exposul, em Rondonópolis (212 km de Cuiabá). O membro do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apresentou ferramentas e projetos que têm fortalecido a proteção ambiental no estado.Segundo o procurador, que é coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Desmatamento Ilegal e Queimadas (Gaediq), a preocupação do Ministério Público com a proteção ambiental não é recente. Ele lembrou que o MPMT foi pioneiro na utilização de tecnologias de monitoramento por satélite para identificar desmatamentos e queimadas, iniciativa que acabou servindo de referência para outros estados brasileiros. “O Gaediq foi criado em 2024 e o que ele busca é a responsabilização criminal dos degradadores, dos poluidores”, explicou.De acordo com o procurador de Justiça, a estrutura atual é resultado de uma série de ações desenvolvidas ao longo dos anos, incluindo convênios firmados com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), grupos especializados de investigação ambiental e projetos voltados à recuperação de áreas degradadas.Entre os avanços destacados está o projeto Água para o Futuro, criado pelo MPMT em 2016 e reconhecido internacionalmente pela atuação na proteção de nascentes e da vegetação ao seu redor.O procurador de Justiça Gerson Barbosa também ressaltou a criação do Sistema de Cálculo do Dano Ambiental (Siscalc), ferramenta que tem contribuído para dar mais agilidade aos processos de reparação ambiental. “Antigamente, esses cálculos demoravam em média 136 dias. Hoje, com o Siscalc, são feitos em 20 minutos”, afirmou.Durante a entrevista, Gerson Barbosa também esclareceu uma dúvida recorrente sobre a diferença entre o desmatamento autorizado e situações em que a regularização é buscada apenas após a supressão da vegetação.Ele explicou que o desmatamento legal exige licenciamento prévio e autorização dos órgãos ambientais antes de qualquer intervenção. Já nos casos em que a vegetação é retirada sem autorização, a posterior apresentação de documentos ou projetos de recuperação não elimina a infração.“Mesmo que depois ele apresente um projeto de área degradada ou o requerimento do CAR, ele responderá administrativa e criminalmente”, enfatizou.Alerta para o ponto de não retorno – outro tema abordado foi o chamado “ponto de não retorno”, conceito utilizado por pesquisadores para descrever um estágio crítico de degradação ambiental em que os ecossistemas deixam de conseguir se recuperar naturalmente.Segundo Gerson Barbosa, Mato Grosso vive uma situação especialmente preocupante por concentrar três importantes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Pantanal.“O ponto de não retorno é um limite crítico apontado por estudos científicos. Ao atingirmos esse ponto, não teremos mais um meio ambiente ecologicamente equilibrado”, alertou.De acordo com o procurador, os efeitos desse cenário incluem alterações no regime de chuvas, períodos prolongados de estiagem, perda de habitats naturais e prejuízos ambientais irreversíveis.Exposul – O MPMT esteve presente na 52ª Exposul, em Rondonópolis, com ações de conscientização e uma edição especial do projeto Diálogos com a Sociedade. Durante toda a semana foram realizadas entrevistas ao vivo em um estúdio instalado próximo à arena de rodeio do Parque de Exposições Wilmar Peres. Além disso, o Ministério Público promoveu uma exposição fotográfica em homenagem à memória de mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso, com o objetivo de sensibilizar os visitantes do evento sobre a gravidade da violência de gênero e reforçar a importância do engajamento permanente da sociedade na prevenção desses crimes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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