MATO GROSSO

Seduc é vencedora em concurso nacional para prevenção em acidentes nas escolas

Publicado em

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) venceu, nesta terça-feira (10.12), a Campanha Nacional de Incentivo à implementação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes nas Escolas – CIPA Escolar (2024).

O anúncio foi feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (SIT/MTE), do Governo Federal.

A premiação veio na categoria voltada para estados, municípios ou Distrito Federal. Mato Grosso foi considerado vencedor por apresentar o maior percentual de unidades de ensino sob sua gestão com a CIPA Escolar implementada. Como prêmio, a Seduc levou 20 notebooks e 300 camisetas do projeto.

“A nossa rede estadual de ensino já conta com a Comissão Local de Segurança e Saúde do Trabalho Escolar (CLST) em 609 das 648 escolas, representando 94% das unidades da Rede Estadual de Ensino”, explicou a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Flavia Emanuelle.

Neste ano, o prêmio abordou o tema segurança e saúde nas escolas e no trabalho, com objetivo de incentivar a implementação de ações preventivas e reforçar a conscientização sobre segurança e saúde nas instituições de ensino em todo o Brasil.

Leia Também:  Vídeos educativos do Projeto Colmeia serão exibidos nas escolas estaduais

“O resultado reflete o trabalho contínuo da Secretaria de Educação em promover ambientes escolares mais seguros e saudáveis, reforçando o compromisso com o bem-estar de toda a comunidade educacional”, concluiu Flávia.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

Published

on

Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Leia Também:  Mato Grosso participa da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente em Brasília

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA