MATO GROSSO

Setasc realiza workshop para fortalecer atendimento a situações de violação de direitos nos municípios

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), por meio da Secretaria Adjunta de Assistência Social (Saas) e da Coordenadoria de Proteção Social Especial de Média Complexidade, realizará nos dias 22 e 23 de junho o workshop “Fortalecendo a atuação das equipes de referência de PSE no atendimento a situações de violação de direitos”.

A capacitação será realizada no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, e é voltada aos municípios prioritários do Programa Primeira Infância no SUAS (PPI) que possuem equipes de Proteção Social Especial (PSE) implantadas.

O objetivo é qualificar e fortalecer a atuação dos profissionais que atuam diretamente no atendimento de pessoas e famílias em situação de violação de direitos, contribuindo para o aprimoramento dos serviços ofertados pela rede socioassistencial nos municípios.

A secretária adjunta de Assistência Social, Miranir Januário, destacou a importância da participação dos profissionais na capacitação.

“Será uma oportunidade importante para troca de experiências, atualização de conhecimentos e fortalecimento das equipes que atuam na garantia de direitos da população mais vulnerável”, afirmou.

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Segundo Miranir, a iniciativa integra os esforços do Governo de Mato Grosso para qualificar continuamente os serviços socioassistenciais prestados à população.

“Esta é uma ação incentivada pelo governador Otaviano Pivetta, que tem priorizado o fortalecimento da assistência social em Mato Grosso. Investir na capacitação das equipes é investir em um atendimento mais humanizado, eficiente e capaz de responder às demandas das famílias que mais precisam do apoio do poder público”, ressaltou.

A expectativa é reunir profissionais de diversos municípios para debater estratégias, compartilhar experiências e aprimorar o atendimento prestado pelas equipes da Proteção Social Especial.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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