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Justiça Eleitoral atende população urbana e rural de Castanheira, a partir desta quarta-feira (14)

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso promove mutirão de atendimento no município de Castanheira (distante a 786 km de Cuiabá), com início nesta quarta-feira (14.01) e término na sexta-feira (16.01). A ação ocorre das 9h às 15h, na Escola Estadual “Maria Quitéria”, localizada na Avenida 04 de Julho, nº 552, Centro. A estimativa da 35ª Zona Eleitoral (ZE) é de 50 atendimentos por dia de mutirão. O objetivo é aumentar a cobertura biométrica na região. 

 

Os serviços oferecidos serão: alistamento eleitoral (confecção do primeiro título), transferência, revisão de dados cadastrais, segunda via, emissão de guias para quitação de multas, regularização da situação eleitoral e coleta biométrica. 

 

Tendo em vista o prazo de fechamento do cadastro eleitoral, que ocorre no dia 06 de maio, o Cartório elaborou mais ações em fevereiro, março e abril. Nos próximos dois meses, o foco será ampliar o acesso aos serviços essenciais da Justiça Eleitoral à população da zona rural.  Confira o cronograma de atendimento ao final da matéria. 

 

“Desde o ano passado, o Cartório Eleitoral vem realizando ações externas de forma contínua para ampliar o cadastramento biométrico nos municípios da nossa Zona Eleitoral, seguindo as orientações da Corregedoria Regional Eleitoral. Outra preocupação é evitar a sobrecarga de atendimentos com a proximidade do fechamento do cadastro eleitoral”, declarou o chefe de Cartório da 35ª ZE, Waldomiro Junior Ormond dos Santos. Segundo ele, a iniciativa auxilia na organização do atendimento, facilita a rotina do eleitor e contribui diretamente para o fortalecimento da cidadania e da participação política. 

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É necessário apresentar o documento oficial com foto e o comprovante de residência atualizado para solicitar os serviços. Em caso de alistamento eleitoral para homens maiores de 18 anos, é preciso levar também o comprovante de quitação militar. 

 

A 35ª ZE abrange, além de Castanheira, o município de Juína (distante 746 km da Capital), onde fica localizada a sede. No total, a ZE possui um eleitorado de 39.062 pessoas, das quais 28.382 (72,66%) coletaram a biometria e 10.680 (27,34%) ainda não. Atualmente, Castanheira conta com 5.890 eleitores(as) aptos(as) a votar, em que 69,30% já cadastraram a biometria, correspondente a 4.082 pessoas. Enquanto isso, 30,70% ainda não coletaram as impressões digitais, o equivalente a 1.808 eleitores(as). 

 

Cronograma 

 

Confira abaixo o calendário de mutirões de atendimento em Castanheira, a partir de fevereiro: 

 

  • 11 a 13/02, das 9h às 15h – Escola Municipal Rural “Jorge Amado”, na Comunidade do Novo Horizonte, Zona Rural; 

 

  • 11 a 13/03, das 9h às 15h – Escola Estadual “Mario de Andrade”, na Comunidade Nova Conquista, 3º Assentamento, Vale do Seringal, Zona Rural; 

 

  • 15 e 16/04, das 9h às 15h – Escola Municipal de Castanheira, na Avenida dos Trabalhadores, nº 284, Guadalupe. 
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Estagiária: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis) 

Crédito da imagem: Prefeitura de Castanheira 

 

#PraTodosVerem: a imagem mostra o município de Castanheira em uma visão panorâmica e aérea. É possível perceber estradas de chão e asfaltadas, com áreas verdes e construções ao redor. Ao fundo, a paisagem se estende para planícies. O céu está acinzentado e claro. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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