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Palestra aborda meditação como técnica de promoção de bem-estar

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A adoção da meditação como técnica de promoção da saúde e bem-estar foi o tema central de uma palestra ministrada nesta terça-feira (09.09), aos servidores do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). O evento tratou sobre os benefícios desta prática, que é cientificamente reconhecida, e a importância de treinar esta habilidade. 

  

Na abertura do evento, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a meditação é uma forma de promoção do bem-estar. “Este é um recurso muito importante para manter qualidade de vida, manter o bem-estar e a promoção da saúde. É preciso voltar nossos olhos para o cuidado espiritual, e esperamos que a meditação nos ajude nisso. Além de auxiliar na concentração e no equilíbrio emocional, a prática da meditação também fortalece nossa capacidade de enfrentar os desafios diários com serenidade. No ambiente da Justiça Eleitoral, onde lidamos com decisões que impactam diretamente a vida da sociedade, esse cuidado interior se torna ainda mais necessário. Investir no bem-estar dos servidores, servidoras, magistrados e magistradas é investir na qualidade do serviço prestado à população”. 

  

A palestra foi ministrada pela servidora da Ouvidoria Eleitoral do Tribunal, Kelly Cristina E. Ferreira. Praticante da meditação há 25 anos, ela ressaltou que o mundo convida à extroversão o tempo todo, então, é preciso fazer uma pausa. “Todas as respostas estão dentro de nós. É preciso ter esse momento de introversão, de pausa, para tomarmos consciência do nosso universo interior. A meditação é a técnica que pode nos levar para este lugar sagrado”.  

  

Ela contou que há 10 anos conheceu a meditação iogue, uma das metodologias disponíveis dentro da meditação. Segundo ela, é uma prática auxilia na prevenção e promoção da saúde, no aumento da resiliência, cultiva a saúde mental e nos capacita a aprender mais, porque cria espaços na nossa mente. “Somos uma hierarquia formada por alma, mente e corpo, e a mente deve comandar o corpo”, acrescentou a palestrante. A meditação iogue é realizada numa postura específica, normalmente na postura de lótus (padmásana), e composta por várias etapas de visualizações a fim de concentrar e purificar a mente. Nela, há também práticas para o controle da respiração e da energia vital. Em todo o processo desta prática há a utilização de mantras e ideação de seus significados. 

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Ao final, a servidora convidou a todos e todas para participarem dos momentos de meditação, que ocorrerão todas as terças e quintas, às 13h30, na Sala de Treinamentos da Coordenadoria de Educação e Desenvolvimento (CED). O projeto, desenvolvido pela servidora Kelly Ferreira, da Ouvidoria Eleitoral, em parceria com a servidora Grace Cristiani Carvalho Nunes Gasparoto, então lotada no setor de Assistência de Sustentabilidade e Acessibilidade da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), e com a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), foi aprovado pela presidente do Tribunal, desembargadora Serly Marcondes Alves. 

  

O secretário de Gestão de Pessoas, Gilvan Rodrigues, citou que uma das grandes preocupações é a qualidade de vida no trabalho. “A meditação é uma das ações nesse sentido. A ideia é que nós possamos fomentar a prática de diversas ações que beneficiem a saúde do servidor e da servidora. Nós já temos outros programas implementados, assim como os exames médicos periódicos, os benefícios na área da saúde, tudo isso para promover a saúde integral do servidor e da servidora. As nossas pesquisas de clima também são um termômetro, no qual verificamos desde o ambiente de trabalho, riscos psicossociais, fazemos pesquisas de saúde mental com o servidor, tudo isso para que nós possamos mitigar os estressores. Falamos de ansiedade a todo momento, de demandas, hiperconectividade, então, a gente precisa saber desligar, saber a hora de parar um pouco para que realmente possamos nos reencontrar, reequilibrar e possamos criar também, porque para ter o espaço criativo, precisamos cuidar da mente”. 

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No encontro, os participantes foram guiados em um momento de meditação. Para a servidora Francione Souza Paz de Barros, que atualmente atua como assistente de Exames de Contas Partidárias, a palestra e a prática irão auxiliar no dia a dia. “Não só na questão profissional, mas também na questão pessoal, porque a meditação ajuda a enfrentar os problemas, a situação em que o mundo se encontra atualmente. Temos tantas pessoas com problemas de saúde mental, e eu acredito que a prática da meditação pode auxiliar muito nesse aspecto. Já fiz meditação há alguns anos atrás, quando pratiquei yoga e, realmente, eu pude sentir os efeitos positivos à saúde física e mental”, avaliou. 

  

A palestra contou com a parceria do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal de Mato Grosso (Sindijufe-MT), que propiciou um coffee-break após o evento. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), onde ocorre uma palestra sobre meditação, saúde e bem-estar. Uma mulher fala ao público usando um púlpito, enquanto os participantes, sentados em cadeiras vermelhas, acompanham atentos. Ao fundo, há um telão com o título da apresentação e a mesa diretiva do plenário, decorada com um arranjo de flores amarelas. Ao final da matéria, tem mais fotos da palestra. 

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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