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Ações da Justiça Restaurativa nas escolas do município de Sorriso serão ampliadas em 2025

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As ações da Justiça Restaurativa nas escolas do município de Sorriso serão ampliadas em 2025. O objetivo é que os trabalhos de promoção ao diálogo e pacificação de conflitos entre os alunos sejam desenvolvidos, também, com os professores e servidores. O planejamento e o calendário das atividades dos Círculos de Construção de Paz foram abordados durante reunião, no dia 13 de novembro, proposta pelo Comitê de Articulações da Justiça Restaurativa Municipal. 
 
O encontro possibilitou o alinhamento estratégico para dar continuidade às práticas restaurativas realizadas nas unidades educacionais do município de Sorriso, em 2025. O alinhamento com a nova gestão da Secretária Municipal de Educação é crucial para garantir a continuidade e o fortalecimento dos trabalhos já realizados. 
 
“A transição para a nova gestão exige um compromisso renovado para que as ações de Justiça Restaurativa sejam integradas ao planejamento estratégico do município. Ao alinhar metas e expectativas asseguramos que os avanços obtidos sejam mantidos e ampliados, pois criamos uma base sólida para a implementação de novos projetos que beneficiarão toda a comunidade escolar”, explicou o juiz Anderson Candiotto, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Sorriso. 
 
O encontro reforçou o compromisso firmado entre o Judiciário e a administração municipal, que tem como prioridade o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes.
 
A partir da adoção de círculos de paz no sistema municipal de ensino, benefícios foram observados, como a promoção de um ambiente escolar mais harmonioso, com a redução de conflitos e fortalecimento de vínculos entre alunos, professores e funcionários. 
 
“Tivemos o desenvolvimento de habilidades socioemocionais nos estudantes, como empatia, respeito mútuo e comunicação assertiva; além da melhoria no desempenho e na convivência escolar, já que os círculos estimulam o diálogo e a resolução pacífica de problemas”, completa o magistrado.
 
No próximo ano, a expectativa é superar o número de alunos atendidos e contemplar os trabalhadores da educação. 
 
“A expectativa para 2025 é ampliar a realização dos círculos de paz e estender essa prática aos professores e servidores das escolas. O objetivo é que todos os membros da comunidade escolar sejam beneficiados. Dessa forma, fortalecemos a integração e a construção de um ambiente educacional mais saudável e colaborativo”. 
 
Na reunião de alinhamento das metas da Justiça Restaurativa nas escolas de Sorriso estiveram presentes Katiane Boschetti da Silveira (assessora de relações institucionais do Nugjur); Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides, (promotora da Infância e Juventude); Lúcia Kober Drechsler (secretária de Educação do Município); e Adriana Reichert, (futura gestora da Educação). 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual.  
A imagem mostra um grupo de pessoas sentadas em torno de uma mesa de reunião retangular. No lado esquerdo da mesa, há uma bandeja com xícaras, pires e uma garrafa térmica. Várias pessoas estão sentadas ao redor da mesa, algumas usando laptops e outras com notebooks à sua frente. 
 
Priscilla Silva 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Cesima: Projeto de educação ambiental encanta crianças em Santo Antônio de Leverger

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“Deus não fez o mundo para a sujeira, fez para nós cuidarmos.” A frase, dita com convicção pelo estudante Osmar Estevão, resume o impacto deixado pela passagem do projeto “Meio Ambiente e Sustentabilidade: Construindo um Futuro Melhor” pela Escola Municipal Agrovila, em Santo Antônio de Leverger.

Durante a atividade, realizada na quarta-feira (5), crianças participaram de dinâmicas educativas, apresentações e conversas sobre preservação ambiental, uso consciente dos recursos naturais e a importância de atitudes simples no dia a dia. E foi justamente entre os alunos que o aprendizado mostrou seus primeiros resultados.

Empolgado, Osmar compartilhou as lições que levou para casa. Falou sobre reciclagem, economia de água e cuidado com a natureza. “Se você deixar a água muito ligada, tomar banho demorando, gasta água. Imagina se a água acabar por nossa causa. Os animais não vão aguentar, eles vão morrer”, afirmou. O estudante também destacou a importância da reciclagem de embalagens e latinhas, lembrando que o descarte correto pode ajudar o meio ambiente e até gerar renda para as famílias.

A ação é promovida pelo Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima) e reúne diversas instituições parceiras em torno do objetivo de aproximar as crianças dos temas socioambientais de maneira acessível e divertida.

Segundo a coordenadora do Cesima e idealizadora do projeto, a juíza Henriqueta Lima, esta foi a segunda escola atendida pela iniciativa. A proposta é trabalhar a conscientização ambiental a partir de uma linguagem adequada à faixa etária dos estudantes. “Viemos trazer, de acordo com a idade dessas crianças, um olhar lúdico sobre a problemática ambiental, os incêndios, a poluição do ar e das águas e a necessidade de proteger o meio ambiente”, explicou. De acordo com a magistrada, o envolvimento das instituições parceiras fortalece a mensagem, permitindo que os alunos levem o aprendizado para outros espaços de convivência, como a família e o círculo de amigos.

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Entre os parceiros da iniciativa está a Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB/MT). Para o vice-presidente da comissão, Gustavo Tomazeti Carrara, o projeto representa uma oportunidade de difundir valores ambientais desde a infância. “É muito gratificante poder participar de um projeto dessa magnitude. A OAB se sente tranquila e grata por participar e poder plantar essa semente do bem, essa corrente do bem, em um estado tão importante como Mato Grosso, que possui três biomas. Nada é mais importante do que semear a educação.”

Outro parceiro é o Sistema Famato/Senar-MT, que apresentou às crianças a relação entre produção rural e conservação ambiental. A analista de promoção social do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar Mato Grosso – Sistema Famato), Milvia Lopes de Paula, destacou que a conscientização deve começar desde cedo.

“A gente acredita que, incentivando as crianças desde pequenas a cuidar da natureza e compreender o meio ambiente, também estamos estimulando futuros profissionais para o agro”, afirmou. Segundo ela, a proposta foi mostrar de forma lúdica como os produtores rurais atuam na preservação ambiental e na produção de alimentos.

Outra instituição participante foi a Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir). A representante da entidade, Júlia Barros dos Santos, conduziu atividades voltadas ao uso consciente da água e à importância da irrigação na agricultura. “Queremos mostrar que irrigação não significa desperdício de água. Pelo contrário, é uma ferramenta importante para a produção de alimentos”, explicou. De forma didática, a apresentação abordou a produção do feijão, mostrou diferentes variedades do grão e utilizou vídeos para demonstrar o processo de germinação das plantas.

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Ao final da programação, ficou evidente que a educação ambiental se torna ainda mais eficaz quando dialoga diretamente com o universo infantil. Entre novas descobertas, o plantio de mudas de árvores, atividades lúdicas e as brincadeiras conduzidas pelo palhaço Lelé Picolé Curimpampam, personagem interpretado por Marcelo Luciano Pereira Campos, do Juizado Volante Ambiental (Juvam), as crianças participaram do jogo Rebojando e aprenderam, de forma divertida, sobre a importância da preservação dos recursos naturais.

A experiência reforçou que atitudes simples, como economizar água, destinar corretamente os resíduos para a reciclagem e cuidar das plantas, podem contribuir para a construção de um futuro mais sustentável. Para Osmar, a mensagem já está clara: cuidar da natureza é uma responsabilidade de todos. “Vocês têm que pegar a muda e plantar. Aí vai crescer uma árvore”, ensinou o pequeno estudante.

Também participaram da ação representantes da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), do Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso; do Programa Verde Novo do Tribunal de TJMT; da Prefeitura de Santo Antônio e da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) .

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Acesse aqui as fotos do evento.

https://www.flickr.com/photos/tjmtoficial_/albums/72177720335027473/

Leia matéria sobre o assunto:

Projeto socioambiental leva educação e sustentabilidade para crianças em Santo Antônio

https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias/6a7253f27ca837001dbb0735

Lígia Saito

Rodrigo Moura

Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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