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Pai faz reconhecimento de filha que mora em Cuiabá graças ao mutirão da Justiça em Salto da Alegria

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Foto horizontal colorida, em plano fechado, que mostra Wellington Hartman, desfocado, mostrando a tela do celular (em primeiro plano), onde aparece a foto dele com a filha, Marissol. Ele sorri.O reconhecimento da paternidade do metalúrgico Wellington Vagner de Lima Hartmann em relação à sua filha Marissol, 8, foi um sonho realizado e um recomeço familiar, possibilitado graças à presença do Poder Judiciário de Mato Grosso no distrito de Salto da Alegria (200 km de Paranatinga), nos últimos dias 6 e 7 de maio, por meio do mutirão Justiça em Ação, conduzido pela Justiça Comunitária.

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) daquela comarca realizou o atendimento ao pai, que foi em busca exclusivamente desse reconhecimento da filha, mas que também resolveu questões como guarda, alimentos e visitas.

“Foi muito tempo de luta, querendo registrar minha filha. Por causa dos meus documentos, não deu certo. Mas, graças a Deus, agora eu consegui registrar minha filha no meu nome, eu sempre quis colocar meu sobrenome e os nomes dos meus pais também no registro”, disse Wellington.

Foto horizontal colorida, que mostra a mediadora do Cejusc de Paranatinga, Andreia Correa, e o metalúrgico Wellington Hartman sentados em frente a um notebook, durante audiência de reconhecimento de paternidade. Andreia mostra a tela do celular, onde a mãe da criança reconhecida participa da sessão.Após passar pela audiência com a mãe da criança, que mora em Cuiabá e participou por meio de videochamada, ele elogiou: “É muito gratificante ter vocês aqui. Ajuda muita gente”.

Wellington conta que após a separação da mãe da criança, mudou-se para Salto da Alegria e acabou não conseguindo registrar a filha, mas o contato com ela é permanente. “Nós temos uma relação muito boa, eu e a minha filha, graças a Deus. Todo dia eu ligo pra ela. Todo dia! Não tem um dia que eu não ligo. Pergunto como ela está, se ela jantou, tomou banho. Eu amo demais minha filha”.

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A gestora jurídica do Cejusc de Paranatinga, Andreia Correa da Costa Carvalho, atuou como mediadora na audiência e relata como foi o atendimento. “O caso do Wellington é especial porque ele teria dificuldade de ir até Paranatinga. Lá nós teríamos que marcar a audiência com um prazo maior pra entrar em contato com a mãe. E aqui no mutirão, eu liguei pra mãe, perguntei se ela gostaria de participar, ela manifestou interesse, eu já marquei uma audiência rápida e, como mediadora, já atuei no caso. Foi um diálogo bem produtivo, bem amigável, foi solucionado o reconhecimento da paternidade, também guarda, alimentos, visitas. Fizemos um pacote fechado, onde ficou tudo resolvido, esclarecido e saíram satisfeitos”, relatou.

Foto horizontal colorida, em plano aberto, que mostra um comboio passando por uma estrada de chão e deixando poeira para trás, em meio à vegetação fechada. Ao fundo, aparece uma lavoura e o céu aberto. Andreia explica que, ao final da audiência, foi elaborado um termo, que é encaminhado posteriormente para a mãe da criança e para manifestação do Ministério Público. Com a concordância de todos, o caso é encerrado com a sentença homologatória, com a qual a família pode retificar a certidão de nascimento da criança, com a inclusão da paternidade. “Com certeza, essa família está muito satisfeita, como todos nós do Judiciário também. O Cejusc está sempre de portas abertas para receber toda a comunidade”, afirma a mediadora.

Veja matéria em vídeo – Pai consegue registrar a filha durante projeto Justiça em Ação

Justiça em Ação – Durante os dias 6 e 7 de maio, o Cejusc de Paranatinga foi parceiro do mutirão Justiça em Ação e realizou diversos atendimentos à população, oferecendo serviços de solução consensual de conflitos, dentre eles, divórcios, questões de família, conflitos entre partes de um negócio, entre outros.

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No mutirão, também foram realizados atendimentos de emissão de documentos, regularizações junto à Receita Federal, solicitações de benefícios do governo e previdenciários, círculos de construção de paz, orientações jurídicas, atividades de educação e lazer, vacinação, consultas médicas, entre outros.

Acesse as fotos no Flickr do TJMT

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Justiça em Ação chega a Salto da Alegria para atendimentos de cidadania nestes dias 6 e 7

Autor: Celly Silva

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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3ª Corrida Maria da Penha será realizada no dia 1º e abre programação do Agosto Lilás em Sinop

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A 3ª Corrida e Caminhada Maria da Penha será realizada no dia 1º de agosto em Sinop, marcando a abertura da programação do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A largada será às 17h, na Orla do Residencial Recanto Suíço, com percurso de cinco quilômetros. Neste ano, o evento também contará com a Corrida Kids, ampliando a participação das famílias e da comunidade.

As inscrições podem ser feitas até 27 de julho ou até o preenchimento das 900 vagas, pelos sites Corrida 360 e Canal do Ciclista. O valor é de R$ 70,00. Os recursos arrecadados serão destinados às ações da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência de Sinop.

Promovida pela Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência de Sinop, com organização técnica da Life e Canal do Ciclista, a corrida tem como objetivo conscientizar a população para o enfrentamento à violência doméstica e mobilizar a sociedade em defesa dos direitos das mulheres.

A coordenadora da Justiça Restaurativa da Comarca de Sinop, juíza Débora Caldas, integrante da Rede de Enfrentamento, ressalta que o evento simboliza o compromisso coletivo com a proteção das mulheres. “A violência contra a mulher é um desafio que exige o compromisso de toda a sociedade e, nesse contexto, a 3ª Corrida e Caminhada Maria da Penha simboliza exatamente isso, a união entre Poder Judiciário, instituições públicas, iniciativa privada e comunidade em uma mobilização pela vida, pelo respeito e pela garantia dos direitos das mulheres.”

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A magistrada lembra que a edição deste ano celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha e reforça a importância da prevenção e da atuação integrada da Rede. “Cada inscrição, cada passo e cada participante representam um gesto de apoio às mulheres e um compromisso coletivo com uma sociedade mais justa, segura e livre de violência. Convidamos toda a população de Sinop e da região a participar dessa causa, porque o enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade de todos.”

A presidente e coordenadora da Rede de Enfrentamento, advogada Eliane dos Santos destaca que a corrida já se consolidou como um dos principais eventos de mobilização social do município. “Estamos quase chegando aos 900 inscritos na corrida. Mais um evento promovido pela Rede de Sinop para conscientizar e mobilizar a sociedade em prol da causa. É uma corrida que envolve toda a sociedade sinopense, homens, mulheres e crianças, e este ano é especial, porque a Lei Maria da Penha completa 20 anos e porque marca a abertura do Agosto Lilás. A corrida dá início a todas as ações que serão realizadas pelos integrantes da Rede durante o mês.”

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No ano passado, a 2ª Corrida Maria da Penha contou com mais de 600 participantes.

Rede de Sinop

Criada em 2019, a Rede de Enfrentamento de Sinop conta com 30 parceiros, que realizam ações em diversas frentes, dentre elas educação, conscientização, responsabilização dos autores de violência doméstica contra a mulher, acolhimento e resgate das mulheres. A união dessas iniciativas conta com a intermediação do Poder Judiciário de Mato Grosso, que, desde o início, cumpre também o papel de articulador.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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