MATO GROSSO

Van Rosa do SER Família Mulher reforça políticas de prevenção e proteção às mulheres no Estado

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A Van Rosa do Programa SER Família Mulher está levando neste mês de Agosto, informações acerca do combate à violência contra a mulher e o feminicídio. Itiquira, Matupá e Várzea Grande foram alguns dos municípios que receberam a Van Rosa de atendimento do programa.

Idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, sob coordenação da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o programa SER Família Mulher possui ações relacionadas ao atendimento psicossocial, auxílio moradia, palestras e acolhimento para prevenir e proteger mulheres vítimas de violência doméstica, assistidas por medidas protetivas contra o agressor.

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, destacou que a Van Rosa do Programa SER Família Mulher representa um compromisso com a vida e a dignidade das mulheres.

“A Van Rosa é muito mais do que um veículo, ela é um símbolo de acolhimento, cuidado e proteção. Com ela, queremos mostrar que nenhuma mulher está sozinha, que o Governo de Mato Grosso está presente e atento às suas necessidades. Nosso objetivo é estar cada vez mais perto das mulheres, levando informação, apoio psicológico, orientação e, acima de tudo, esperança”, afirmou.

Especialmente no mês de agosto, em referência ao ‘Agosto Lilás’, mês de campanha nacional de conscientização e combate à violência doméstica e feminicídio, as equipes atuam em várias regiões do Estado, para ampliar o acolhimento e o compromisso com a dignidade de todas as mulheres vítimas de violência.

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A Van Rosa do programa percorre os municípios, atuando junto à população na promoção de políticas de combate à violência contra as mulheres no estado.

O secretário da Setasc, Klebson Gomes, reforçou que a ação simboliza o compromisso do Governo de Mato Grosso com a proteção das mulheres e que o “Agosto Lilás” é um momento de intensificação, mas nossa luta contra a violência doméstica acontece todos os dias.

“A Van Rosa tem a missão de estar próxima da população, levando informação, acolhimento e apoio às mulheres que enfrentam situações de vulnerabilidade. Estamos falando de salvar vidas, de garantir acessos aos direitos e de fortalecer políticas públicas que assegurem um futuro mais seguro para todas. A orientação, a prevenção e o enfrentamento precisam caminhar juntos, e é exatamente isso que o Programa SER Família Mulher realiza, sob a liderança da primeira-dama Virginia Mendes, chegando a cada município com ações concretas de transformação”, destacou.

Para Maria de Fátima**, assistida pelo Programa SER Família Mulher, o apoio recebido foi decisivo para que conseguisse romper com um ciclo de 13 anos de violência psicológica. Ela conheceu o programa por meio de um panfleto, quando procurou o mutirão para novos cadastros do Programa SER Família.

“Eu queria me inscrever para o SER Família Criança, por conta das minhas filhas e enquanto aguardava, recebi um panfleto do Programa SER Família Mulher. Quando comecei a ler os tipos de violência, me vi naquela situação. Ao chegar lá, recebi um panfleto sobre violência contra a mulher e aquilo me deu coragem para pedir ajuda. Uma profissional me ouviu, me acolheu e me mostrou os caminhos que eu deveria seguir”, disse.

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Ela revelou que já havia feito um boletim de ocorrência online porque sofria ameaças e violência psicológica, mas que não deu andamento.

“A partir daquela conversa com a assistente social do Programa SER Família Mulher, conseguimos dar continuidade à denúncia e solicitamos a medida protetiva. Encontrei no programa o amparo que precisava para recomeçar. Foram mais de 13 anos de relacionamento abusivo, em que ouvi gritos, humilhações e me vi cada vez menor, mesmo tendo estudo e profissão. Hoje, com o apoio do programa, sei que não estou sozinha. O que eu mais precisava era que alguém me enxergasse na multidão, e o SER Família Mulher fez isso por mim. Agora eu tenho esperança de um futuro melhor para as minhas filhas e de reconstruir a minha vida”, relatou emocionada.

Por meio das equipes de acolhimento e atendimento do SER Família Mulher, o objetivo das atuações por meio da Van Rosa é identificar, acolher e informar sobre medidas de combate e fim da violência contra a mulher, e prevenção do feminicídio em Mato Grosso.

Com supervisão de Layse Ávila*

Nome fictício**

Fonte: Governo MT – MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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