MATO GROSSO

Vigia Mais MT auxilia na recuperação de caminhonete furtada avaliada em R$ 300 mil

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Câmeras do programa Vigia Mais MT, do Governo de Mato Grosso, auxiliaram na recuperação de uma caminhonete VW Amarok, avaliada em mais de R$ 300 mil. A localização ocorreu nesta manhã da quinta-feira (17.7), na rodovia MT-423, entre os municípios de Sinop (500 km ao norte) e Cláudia.

O veículo havia sido furtado na noite do domingo (13), em Nossa Senhora do Livramento (42 km ao sul). Após o registro da ocorrência, as câmeras do Vigia Mais MT identificaram a caminhonete trafegando na região norte do estado, três dias após o ocorrido.

As informações foram repassadas às equipes da Polícia Militar que após a checagem, confirmaram o registro de furto e o condutor recebeu voz de prisão por suspeita de receptação.

O condutor foi encaminhado à Delegacia da Polícia Judiciária Civil para os procedimentos legais.

Vigia Mais MT

Criado pelo Governo de Mato Grosso há dois anos, o programa Vigia Mais MT já conta com a adesão de 128 municípios e alcança resultados expressivos no reforço à segurança pública por meio do videomonitoramento.

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Até o momento, 13.600 câmeras já estão em pleno funcionamento, integradas ao sistema. Além das administrações municipais, o programa também envolve a participação de 89 associações e sindicatos, mais de 370 escolas estaduais, cinco secretarias de Estado e uma autarquia.

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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