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O eco do que somos

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Considera, por um momento, que o ser humano seja só humano e que a sua relação com a vida seja só humana. Então, talvez poderíamos dizer que o amor só poderá ser “trocado” por amor, a honra pela honra; o respeito pelo respeito, a confiança pela confiança…Entenda, não se trata de uma troca utilitária, mas de uma espécie de eco.Se almeja ser artista, terá de ultrapassar o visível. Caso desejasse ser um líder e influenciar as pessoas, você teria que ter o brilho dos olhos e do coração, alguma coisa que desse esperança e estimulasse as gentes. E, se estiver numa função relevante para a sociedade, precisará ser, de fato, a lenha da fogueira.Essa suposição não é trivial. Ela revela uma esperança de que a gente ainda seja capaz de viver segundo a nossa própria essência. Existir de modo verdadeiro no mundo.Ocorre, infelizmente, que muitos podem comprar a bravura dos bravos, mesmo sendo covardes. Shakespeare disso falou em Timon de Atenas: “Que é isso? Ouro? Ouro amarelo, brilhante, precioso?(…) Um pouco disso tornaria, o feio, belo; o injusto, justo; o vil, nobre; o covarde, valente(…)”.O dinheiro tem o poder de confundir as coisas humanas. Aquilo que posso ter com o dinheiro sou eu mesmo, sente – iludido – o possuidor. Mire e veja, amigo leitor, não é a minha individualidade que determina quem eu sou e o que possa fazer, é o dinheiro que o faz.Leitor, se você ama sem encontrar eco, se você não consegue por si mesmo ser uma pessoa amável e pensa que o dinheiro fará isso por você, o futuro trará uma imagem trágica: o amor que não produz amor. Não como culpa do outro, mas como sinal de uma impotência existencial. Amar, sem tornar-se amável é como falar uma língua que ninguém escuta.Ninguém pode despertar nos outros aquilo que não vive em si. Quem deseja compreender a arte precisa educar o olhar; quem quer influenciar precisa aquecer a existência do outro com presença real. A influência verdadeira não se impõe; ela irradia.*Emanuel Filartiga Escalante Ribeiro é promotor de Justiça em Mato Grosso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Tecnologias são compartilhadas em reunião da Rede de Controle em MT

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O Mistério Público de Mato Grosso (MPMT) participou, na quinta-feira (25, de mais uma reunião de trabalho da Rede de Controle da Gestão Pública do Estado de Mato Grosso realizou, voltada ao fortalecimento da atuação integrada entre os órgãos de controle. Durante o encontro, os membros apresentaram soluções tecnológicas, sistemas e ferramentas desenvolvidas por suas instituições que poderão ser compartilhadas e utilizadas pelos demais integrantes da Rede.Representando o MPMT, o promotor de Justiça Gustavo Dantas Ferraz ressaltou a importância do compartilhamento, entre os órgãos de controle, de sistemas que poderão contribuir para o fortalecimento das atividades de controle, fiscalização e aperfeiçoamento da gestão pública pelos demais integrantes da Rede.Durante sua participação, o promotor também anunciou que o município de Barra do Bugres informou à Promotoria local que pretende aderir ao Referencial Técnico para Implantação de Programas de Integridade nos Municípios, iniciativa voltada à promoção da ética, da transparência e das boas práticas de governança na administração pública municipal.A reunião teve como objetivo ampliar a integração entre os órgãos de controle por meio do compartilhamento de sistemas, plataformas e experiências bem-sucedidas que possam ser replicadas pelas instituições participantes.Representando a Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT), o auditor do Estado Jonathas Fujii apresentou o portfólio de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) desenvolvido pela instituição. Entre as ferramentas destacadas estão o Sistema de Controle Interno (SCI), o CGE Alerta, o Cadastro Estadual de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis), o Fale Cidadão, além de outras soluções voltadas ao fortalecimento da gestão pública, da transparência e do controle interno.O superintendente da Controladoria-Geral da União em Mato Grosso (CGU), Ricardo Placido Ribeiro, apresentou ferramentas como o e-Aud, o Fala.BR e os painéis Primus e Emendas PIX. Já o procurador-chefe da União em Mato Grosso, Juscelino Passos dos Santos Junior, compartilhou informações sobre o programa PGU Delas e o Sistema de Inteligência Jurídica Sapiens, da Advocacia-Geral da União (AGU).O secretário do Tribunal de Contas da União em Mato Grosso (TCU), René Neuenschwander, também colocou à disposição dos integrantes diversos sistemas desenvolvidos pelo órgão.Já o coordenador da Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso e 2º vice-presidente do Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), Paulo Farias, apresentou a Estratégia de Escuta Institucional do MUCCI (Modelo Único de Capacidade de Controle Interno), lançada na semana passada durante a 58ª Reunião Técnica do Conaci, em Porto Alegre (RS).A iniciativa busca ampliar a participação dos órgãos de controle interno na evolução do modelo, promovendo a coleta de experiências, sugestões e boas práticas para o aperfeiçoamento contínuo da ferramenta. A estratégia fortalece o diálogo entre União, estados e municípios, contribuindo para a consolidação de uma linguagem comum na avaliação da maturidade dos sistemas de controle interno. (Com informações da CGE-MT)
Fotos: CGE-MT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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