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Professor de Matemática é condenado por importunação sexual

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O professor de Matemática J. A. de S. foi condenado por importunação sexual praticada contra uma aluna em Nova Mutum (a 264 km de Cuiabá). A sentença estabeleceu pena de dois anos e três meses de reclusão, em regime aberto. O sentenciado poderá recorrer em liberdade. Conforme a denúncia da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Nova Mutum, em junho de 2022, um professor da Escola Estadual José Aparecido Ribeiro “praticou ato libidinoso contra a aluna (…), sem a sua anuência e com o objetivo de satisfazer a própria lascívia”. Na data dos fatos, após a aluna pedir ajuda para resolver uma atividade, o professor foi até ela “e aproveitando-se da aproximação, lascivamente passou a mão no ombro descendo até o seio da ofendida”.Foi destacado na sentença que, em crimes contra a dignidade sexual, a palavra da vítima tem especial relevância, sobretudo quando coerente e corroborada por outras provas. No caso, além do relato firme da estudante, outras colegas confirmaram comportamentos inadequados do réu, como comentários sobre a beleza das alunas e atitudes que normalizavam assédio.

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Foto: Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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