Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam uma mulher de 36 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (16.7), em Várzea Grande. Com a suspeita, foram encontradas 23 porções de drogas.
Durante patrulhamento tático pelas Operações Recaf e Tolerância Zero, os policiais flagraram uma mulher em atitude suspeita conduzindo uma moto no residencial Santa Bárbara, região do bairro Parque do Lago. A suspeita tentou fugir ao ver a presença policial.
Na abordagem, a suspeita arremessou o seu celular no muro, e os policiais localizaram sete porções de uma substância conhecida como haxixe e 14 porções de maconha no baú da moto. Questionada, a suspeita confirmou ser de sua propriedade e relatou à PM possuir mais em sua residência.
A equipe se deslocou com a suspeita até o endereço da residência, no bairro Jardim Maringá I. Em busca domiciliar, foram encontradas mais duas porções de cocaína, além de material de preparo. Os policiais identificaram que a suspeita não possui habilitação para dirigir.
Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada para à Central de Flagrantes de Várzea Grande, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Cerca de R$ 10 milhões em notas falsas, utilizadas para aplicar um golpe do falso empréstimo milionário, foram destruídos pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (30.6), na fornalha de uma empresa no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá. A destruição do valor foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que apuraram o sofisticado esquema de golpe.
A mala com os valores milionários faz parte de investigações iniciadas em 2024, após um empresário do município de Água Boa procurar a Polícia Civil relatando ter sido induzido a acreditar que receberia um empréstimo de R$ 10 milhões.
Na ocasião, para concretizar a suposta operação financeira, os criminosos exigiram o pagamento antecipado de uma comissão de R$ 1 milhão, aceitando inicialmente a quantia de R$ 400 mil em espécie.
Após meses de negociações, reuniões presenciais e contatos telefônicos, a vítima se encontrou com os suspeitos em um hotel de Cuiabá, onde entregou R$ 400 mil em dinheiro e recebeu uma mala que supostamente continha os R$ 10 milhões prometidos. Posteriormente, ao abrir o material, constatou que os pacotes continham apenas notas falsas e cédulas sem valor comercial, caracterizando o golpe.
Durante a investigação, a Polícia Civil apreendeu a mala utilizada pelos criminosos e realizou diversas diligências, incluindo análise de imagens de segurança, identificação de linhas telefônicas utilizadas pelos suspeitos e coleta de outros elementos probatórios para individualização dos envolvidos.
Na conclusão do inquérito policial, três pessoas foram indiciadas pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Bruno Palmiro, o trabalho investigativo apontou que os autores utilizavam falsa aparência de empresários e investidores para conquistar a confiança das vítimas.
“Os investigados simulavam operações financeiras legítimas e prometiam empréstimos de grandes valores mediante pagamento prévio de comissões”, explicou o delegado.
As investigações prosseguiram para identificação completa dos integrantes do grupo criminoso e apuração da eventual participação dos investigados em outros golpes semelhantes praticados em diferentes estados da Federação.
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