A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (13.3), a Operação Interrupt, em Confresa (1.025 km de Cuiabá), visando o combate às facções criminosas na região. Foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão. Os alvos são membros de facções criminosas.
A Operação Interrupt é um desdobramento da Operação Liderança, que também teve como foco o combate ao crime organizado. Um dos alvos desta nova fase é filho de um preso da Operação Liderança, que supostamente teria dado continuidade aos negócios ilícitos do pai, suspeito de ser um dos líderes do tráfico em Confresa.
O delegado Mauro Apotia, titular da Delegacia Municipal de Confresa, afirmou que a operação é um fortalecimento ao programa desenvolvido pelo Governo do Estado de combate à criminalidade, o “Tolerância Zero às Facções Criminosas”.
“A Polícia Civil conseguiu lograr êxito na identificação dos envolvidos com o crime organizado. O nome da operação faz alusão à interrupção do fluxo criminoso”, destacou o delegado.
A investigação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil (NIPO) de Cuiabá, e os mandados também estão sendo cumpridos em outras cidades, como Paranatinga.
A ação faz parte da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso de enfretamento às facções criminosas do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.
Cerca de 20 policiais civis participaram da operação, incluindo agentes de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.
Foram apreendidos celulares, anotações do tráfico e outros itens que podem corroborar a participação dos alvos no crime organizado.
O delegado Mauro Apotia ressaltou, ainda, que a população pode colaborar com o trabalho da Polícia Civil por meio de denúncias anônimas e pelo Disk Extorsão, um novo canal exclusivo para denunciar extorsões praticadas por facções criminosas, lançado na última terça-feira (11.3), pelo governador Mauro Mendes, que garante sigilo absoluto aos cidadãos.
O “Disque Extorsão Contra Facções Criminosas” está disponível através do número 181 e no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), e é uma ação do programa Tolerância Zero, instituído pelo Governo de Mato Grosso.
Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão prenderam um homem, de 34 anos, e uma mulher, de 38 anos, suspeitos por integrarem uma quadrilha que roubou um posto de combustível, em Várzea Grande. A dupla foi detida nesta segunda-feira (4.5) e um simulacro de arma e uma motocicleta foram apreendidos.
Os suspeitos foram localizados após a equipe do GAP receber informações sobre a localização de uma motocicleta Honda Biz branca, que havia sido utilizada para apoio a um roubo de um posto de combustível, no dia 30 de abril.
Segundo a denúncia registrada na data, um criminoso havia invadido o estabelecimento e ordenado, sob grave ameaça, que uma funcionária abrisse o cofre do comércio. O suspeito fugiu do local levando uma quantia em dinheiro estimada em R$ 160 mil.
Na continuidade das buscas, na noite desta segunda-feira (4), os policiais se deslocaram até o endereço onde estava a motocicleta e encontraram uma mulher, identificada como dona da moto, que foi detida em flagrante. Já no interior da casa, o segundo suspeito foi encontrado. Ele tentou fugir pulando o muro da residência, mas foi detido rapidamente.
Questionados sobre o crime, o suspeito confirmou ter participado da ação e disse que o roubo foi cometido com colaboração de mais dois suspeitos, sendo um homem e uma mulher, que seria funcionária do posto de combustível.
Ainda em relato, o homem disse que a cena do crime foi premeditada e armada, onde a funcionária seria a suposta vítima do crime e teria facilitado a ação para que o dinheiro fosse levado. Os suspeitos teriam distribuído entre eles parte do dinheiro levado, mas não revelaram o destino do montante.
Os militares fizeram buscas na casa e localizaram um simulacro de arma de fogo, luvas de couro e vestimentas usadas no crime.
Os dois detidos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências. O caso segue em investigação pela Polícia Judiciária Civil.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
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