Polícia Federal

PF reprime extração ilegal de areia no Paraná

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Guaíra/PR. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), a Operação Areento de Ouro, que investiga a extração ilegal de areia no leito do Rio Paraná, na região de Guaíra. A ação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão, além de medidas constritivas em dez municípios paranaenses.

As investigações identificaram dois grupos investigados por extração ilegal de areia, subfaturamento de vendas e utilização de estruturas empresariais para lavar o produto do crime. O volume total extraído sem autorização ultrapassa 6,8 milhões de toneladas. O Juízo Federal de Guaíra deferiu o bloqueio de cerca de R$ 1,5 bilhão em bens dos investigados.

As condutas investigadas incluem crimes contra o meio ambiente, usurpação de bem público, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com indícios de caráter transnacional. O inquérito policial tramita sob sigilo perante a 1ª Vara Federal de Guaíra/PR.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

PF combate esquema de fraude previdenciária em Presidente Prudente/SP

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Presidente Prudente/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), uma operação para cumprir medidas judiciais no âmbito de investigação que apura fraudes na concessão de benefícios previdenciários.

A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente/SP, Cerqueira César/SP e Osasco/SP, além do afastamento cautelar de um servidor público do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspeito de envolvimento nas fraudes.

A operação é resultado de investigação conjunta com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) do Ministério da Previdência Social (MPS), que subsidiou a apuração com dados técnicos utilizados na instauração do inquérito policial.

Segundo as investigações, o investigado teria se valido de acesso privilegiado aos sistemas do INSS para promover alterações indevidas nos cadastros de segurados, inserindo vínculos empregatícios e remunerações sem lastro documental, de forma a simular períodos de contribuição inexistentes.

A investigação também aponta para a possível atuação de intermediários na captação de segurados beneficiados pelo esquema. Levantamento preliminar estima prejuízo potencial aos cofres públicos de, aproximadamente, R$ 1.026.715,53.

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As condutas apuradas podem configurar, em tese, os crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, estelionato contra a Previdência Social, falsidade ideológica e organização criminosa, sem prejuízo de outras tipificações que venham a ser identificadas no curso das investigações.

Comunicação Social da Delegacia de Polícia Federal em Presidente Prudente/SP
(18) 3344-3041

Fonte: Polícia Federal

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