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Max fortalece transporte escolar em Jauru com entrega de ônibus para a zona rural

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A educação de Jauru vai ser reforçada com a aquisição de um novo ônibus escolar articulado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB). Esse foi um pedido do prefeito Passarinho (UB) para reforçar a frota escolar que percorre mais de mil quilômetros na zona rural e urbana do município.

“Jauru vem passando uma situação muito complicada em relação ao transporte escolar, nós temos uma grande quantidade de linhas de ônibus, são em torno de 18 linhas rurais e este ônibus chega em ótima hora”, comemorou o prefeito Passarinho ao receber o veículo.

Ainda na oportunidade, Passarinho aproveitou para agradecer a parceria do deputado com o município. “Quero agradecer o Max e o governador Mauro Mendes por esse trabalho que estão fazendo pelo município”, declarou.

O novo ônibus conta com assentos adaptados para atender pessoas com deficiência e ar-condicionado , o que irá garantir mais segurança e qualidade de vida no deslocamento dos alunos até a escola.

“Tenho um carinho muito grande pela cidade de Jauru e poder auxiliar nossas crianças com mais um veículo é motivo de muita felicidade para mim. Não é só um ônibus, é a dignidade que estamos proporcionando às nossas crianças”, disse Max Russi.

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A entrega do veículo ocorreu na quinta-feira (11) em Cuiabá e contou com a presença da secretária adjunta de educação municipal, Jaiane Rodrigues e do chefe de gabinete, Otávio Lana.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Comissão da ALMT retira de pauta projeto que revoga reserva extrativista na Região Norte

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A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta terça-feira (19) a primeira reunião ordinária de 2026. De quatro matérias aptas à discussão e votação, os deputados retiraram de pauta o Projeto de Decreto Legislativo 11/2025, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL).

Essa proposta, susta os efeitos do Decreto nº. 9.521, de 19 de junho de 1996, do Governo do Estado que cria a área da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, totalizando aproximadamente 164 hectares.

O deputado Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que é presidente da comissão, defendeu a revisão de medidas ambientais que, segundo ele, têm prejudicado produtores rurais que ocuparam áreas da região amazônica de boa-fé há décadas. Nininho afirmou que muitas famílias enfrentaram dificuldades históricas, como isolamento, doenças e falta de infraestrutura, para desenvolver a produção rural.

Nininho criticou ainda a criação de reservas e parques sem a devida regularização fundiária e indenização aos moradores, alegando que produtores acabam impedidos de trabalhar e responsabilizados até mesmo por incêndios em áreas protegidas. Ele afirmou também que é necessário conciliar a preservação ambiental com justiça social, garantindo segurança jurídica às famílias que vivem e produzem nessas regiões.

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Já o deputado Júlio Campos (União) fez um apelo à Comissão de Revisão Territorial para uma análise com “muito carinho”. Segundo ele, a proposta busca revogar os efeitos do Decreto nº 952/2016, assinado pelo então governador Pedro Taques, que criou a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no município de Colniza, abrangendo uma área de aproximadamente 164 mil hectares.

Durante a defesa do projeto, Júlio Campos relembrou que a região foi destinada à colonização entre os anos de 1983 e 1986, quando governou Mato Grosso, dentro de uma política federal de ocupação da Amazônia Legal. Segundo ele, mais de 200 famílias foram assentadas na área e permanecem produzindo café, cacau e gado há cerca de 40 anos.

O parlamentar afirmou que muitos produtores enfrentaram dificuldades como malária, isolamento e perdas familiares para permanecer na região e criticou a criação da reserva sobre áreas já ocupadas. “Ninguém quer acabar com a reserva, mas não podemos acabar com os produtores rurais”, declarou, defendendo que a unidade de conservação seja rediscutida em áreas devolutas e sem ocupação produtiva.

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Fonte: ALMT – MT

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