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Max Russi já aprovou 150 leis durante três mandatos na ALMT

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No terceiro mandato como deputado estadual, Max Russi (PSB), atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), consolidou-se como um nome que vai além da política tradicional. Com 150 leis aprovadas e sancionadas, Russi tem se destacado por sua capacidade de ouvir as demandas da população e transformá-las em ações concretas. Seu trabalho abrange iniciativas que impactam diretamente o cotidiano dos mato-grossenses, sempre com um olhar voltado para a dignidade humana e a justiça social.

Uma de suas principais conquistas é a Lei 12564/2024, que cria o Programa de Participação de Reeducandos na Manutenção, Reforma e Readequação de Casas de Pessoas com Deficiência. A iniciativa não só oferece uma oportunidade de reinserção social para detentos, mas também melhora a qualidade de vida de pessoas com deficiência, unindo dois grupos que muitas vezes são ignorados pela sociedade.

Na luta pela segurança das mulheres, Russi também deixou sua marca. Duas de suas leis são especialmente significativas: a criação de um guia informativo sobre serviços públicos para mulheres em situação de violência e a obrigatoriedade de bares, restaurantes e casas noturnas adotarem medidas de auxílio às mulheres que se sintam em risco. Essas iniciativas representam um avanço na construção de um ambiente mais seguro e acolhedor para as mulheres.

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A causa animal também ganhou destaque em sua trajetória. A Lei 10.846/2019, de sua autoria, estabelece diretrizes para o destino de animais resgatados vítimas de maus-tratos. Animais silvestres devem ser reintroduzidos na natureza, preferencialmente em áreas protegidas, enquanto os domésticos são encaminhados para adoção ou doados às entidades de proteção animal. A legislação reflete um cuidado especial com seres vivos que muitas vezes são negligenciados, mostrando que o amor pelos bichinhos também pode ser traduzido em lei.

Além disso, Russi tem atuado fortemente em prol da assistência social. Utilizando sua experiência como secretário estadual de Assistência Social, em 2022, criou a lei que institui a Política Estadual de Assistência Social em Mato Grosso, regulamentando o Sistema Único de Assistência Social (SUAS-MT). A lei estabelece diretrizes para a proteção social, defesa de direitos e vigilância socioassistencial, visando atender às necessidades básicas da população em situação de vulnerabilidade.

Mais pautas foram priorizadas pelo parlamentar e também viraram leis, como: apoio à agricultura família e a transparência dos gastos públicos, sempre com o objetivo de garantir que os recursos do estado cheguem a quem mais precisa.

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Para o deputado, o segredo está em ouvir a população: “Acredito muito no poder do povo. Viajo muito por todo o estado e escuto as demandas de cada cidadão que vem até mim. Sou um deputado municipalista e meu trabalho aqui é para atender aqueles que estão passando dificuldades. Eles sabem, melhor do que ninguém, o que a população precisa”, afirma.

Com um legado de 150 leis que impactam positivamente a vida dos mato-grossenses, Max Russi se consolida como um político que não apenas propõe mudanças, mas as concretiza. Sua trajetória é um exemplo de como o parlamento pode ser um instrumento poderoso para transformar realidades e construir um futuro mais justo e humano para todos.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Avallone faz apelo a pescadores para que se inscrevam no Repesca

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O deputado Carlos Avallone (PSDB) fez, nesta quarta-feira (27), durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa, um apelo aos pescadores para que se inscrevam no Repesca, programa estadual que garante auxílio financeiro aos pescadores profissionais artesanais afetados pela Lei do Transporte Zero. A pedido do deputado, o governador Otaviano Pivetta esteve na audiência pública realizada na última sexta-feira (22), na Assembleia Legislativa, ouviu os pescadores e autorizou a abertura de novos cadastros do Repesca, que também foi prorrogado por mais dois anos, completando cinco anos de benefício.

“Tenho conversado com as colônias e a federação dos pescadores e faço esse apelo a todos aqueles que não se inscreveram no Repesca, para que se cadastrem enquanto buscamos outros mecanismos de apoio, como linhas de financiamento para barcos e motores, de equipamentos para pesqueiros, de capacitação para atuar no turismo. Inclusive pedi ao governador que faça uma campanha por meio da Secretaria de Comunicação e das redes sociais alertando os pescadores sobre a importância de aderir ao programa”.

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O deputado lembrou que no primeiro ano do Repesca houve apenas 19 inscrições, por conta de uma informação falsa divulgada para os pescadores, alertando que a adesão ao Repesca significaria a perda das aposentadorias. “Na época eu alertei que havia uma decisão do ministro André Mendonça do STF que descartava essa possibilidade, mas muitos pescadores acreditaram nessa mentira. Depois fiz uma grande trabalho de convencimento junto colônias e só em Barão de Melgaço 1.300 pescadores entraram no programa. Hoje são mais de 2.170 cadastrados lá. Os que deixaram de receber esse auxílio perderam mais de R$ 20 mil reais no ano, e a economia de Barão, por exemplo, perdeu mais de R$ 2 milhões. Isso foi um desserviço, um crime contra os pescadores e contra os municípios que tem atividade pesqueira. Agora reabriu o Repesca e essa mentira sobre as aposentadorias está circulando novamente”, denunciou Avallone.

Segundo o parlamentar, o objetivo das pessoas que insistem na fake news é tentar a revogação da lei encaminhada pelo governo estadual e que já está judicializada. “Mas os efeitos positivos da nova legislação são evidentes e já aumentaram os estoques pesqueiros, geraram muitos empregos e renda em torno da pesca esportiva. Os pescadores profissionais precisam, sim, de ajuda. A AL criou um Observatório da Pesca, mas ele não avançou e agora foi criada uma comissão coordenada pelo secretário adjunto de Turismo, Luis Carlos Nigro, e pelo deputado Eduardo Botelho, presidente da Comissão de Meio Ambiente. Eu sou vice-presidente e também vou continuar lutando para que os pequenos pescadores tenham condições de exercer sua profissão com dignidade e estrutura de apoio adequada”, disse.

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Fonte: ALMT – MT

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