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Obras contemplam pequenos produtores do Banco da Terra Esperança

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As famílias sitiantes do Banco da Terra Esperança, assentamento localizado às margens da MT-270, em Rondonópolis, já contam com mais qualidade de vida e água potável para o consumo e manutenção das pequenas propriedades da região. Nas chamadas linhas 1 e 2, a finalização de dois poços artesianos, entregues neste final de semana (25), garantiu o aumento na distribuição e deve encerrar a rotina de racionamento imposta a esta população. As obras são fruto da destinação de emenda parlamentar viabilizada pelo deputado estadual Thiago Silva (MDB).

O montante total empenhado foi de mais de R$ 500 mil. Sem os poços, estas famílias contavam com abastecimento de água potável em dias alternados ‘dia sim, dia não’ e por período de tempo limitado em no máximo três horas. O abastecimento, nestas condições, vinha de outros poços da região e sempre em quantidade insuficiente para conciliar a demanda pelo consumo e higiene com a utilização da água para a lavoura, por exemplo, ainda que em pequenas áreas. Boa parte das famílias do Banco da Terra Esperança possuem, ainda, pequenas criações de gado.

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No total, o assentamento Banco da Terra Esperança conta com 160 famílias, divididas em 5 associações. O nome faz referência à instituição do programa de crédito fundiário disponibilizado pelo governo federal, como política de valorização agrícola, desde 1999.

Com a finalização dos dois novos poços artesianos, as linhas 1 e 2, que não contavam com outra alternativa se não o racionamento, agora ganham mais qualidade de vida. “Este é mais um fruto do nosso trabalho em prol das comunidades rurais, dos nossos pequenos produtores e em defesa da nossa agricultura familiar. O que nós temos aqui são trabalhadores, mulheres e homens do campo que produzem para sua subsistência e comercialização de parte da sua produção nas feiras populares. Como podem estas pessoas não terem o básico para sobreviver? Não terem água? Tem poços aqui na região com estrutura e bombas de sucção insuficientes para atender toda a região. O que nós fizemos e vamos continuar fazendo é lutar para mudar essa realidade”, comenta Silva.

“Mais uma vez, nós pudemos contar com a parceria junto ao Governo do Estado, em especial nosso governador Mauro Mendes e nosso vice-governador Otaviano Pivetta, que receberam e deram os devidos encaminhamentos à nossa solicitação”, completa Silva. As obras foram executadas com participação da Secretaria Estadual de Agricultura Familiar e da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat).

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Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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