Política MT

Wilson Santos critica formação de cadastro reserva em concursos

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O secretário de Saúde de Mato Grosso), Gilberto Figueiredo, participou, na manhã desta terça-feira (1º), de uma audiência pública convocada pela Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa (ALMT). O encontro ocorreu na Sala de Comissões “Sarita Baracat” e teve como pauta principal, a convocação dos aprovados no último concurso público da pasta, realizado em 2024.

Durante a reunião, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) questionou o motivo de apenas 249 aprovados terem sido nomeados, enquanto 406 vagas estavam previstas no cadastro de reserva. Ele destacou que há diversos cargos em vacância e criticou a priorização de contratações temporárias via processos seletivos simplificados.

Para ele, todos os aprovados em concursos públicos deveriam ser convocados obrigatoriamente e, assim, evitar que fiquem na expectativa – sem definição de serem chamados. “Os concursados se dedicam, estudam intensamente para serem aprovados, mas depois ficam à mercê da vontade do governo, que convoca quando quer. Isso não pode acontecer! Criam-se expectativas e não é justo que órgãos públicos lancem editais sem compromisso real com a convocação dos aprovados”, argumentou.

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Wilson Santos também anunciou que, na próxima sessão plenária, apresentará um projeto de lei para acabar os concursos com cadastro de reserva. “Vou propor um projeto de lei, acabando com concurso de cadastro de reserva. Concurso tem que ser para valer! Passou, chamou, deu posse e trabalho. Chega de cadastro de reserva!”, enfatizou.

Em resposta, o secretário Gilberto Figueiredo afirmou que a pasta está trabalhando dentro das possibilidades e negou qualquer intenção de postergar nomeações. “Não faço politicagem e nem média com os aprovados e não sou adversário dos servidores efetivos. Nem sempre conseguimos fazer tudo o que queremos, fazemos o que é possível. Não vou anunciar datas sem certeza. Assim que houver novas nomeações assinadas pelo governador, daremos a devida publicidade. No nosso orçamento, há previsão para 406 efetivos”, declarou.

O último concurso da SES, em abril de 2024, foi realizado após uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) ao Governo de Mato Grosso. Antes disso, a pasta ficou mais de 20 anos sem lançar editais para contratação de novos servidores efetivos.

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Fonte: ALMT – MT

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Deputada Eliane Xunakalo classifica dispensa de servidores e fechamento de unidades do Samu, como desmonte da política de saúde

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), classificou como desmonte da política pública de saúde a dispensa de 56 servidores (técnicos de enfermagem, enfermeiros e condutores socorristas) e o fechamento de cinco das 12 unidades do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, o serviço perdeu quase a metade de sua capacidade operacional e um quarto de seus servidores.

“O Samu é o primeiro serviço que nós, cidadãos, temos acesso, desde o parto a problemas de saúdes e acidentes. Não é um investimento tão alto, como o governo do estado afirma, porque o custeio é tripartite: 50% do Governo Federal, 25% dos estados e 25% dos municípios. Ao transferir o serviço para o Corpo de Bombeiros, cujo custeio é de responsabilidade exclusivamente estadual, terá que desembolsar ainda mais, por ser preciso contratar e treinar novos profissionais. Já tivemos experiências anteriores, que não atenderam às demandas”, afirmou.

“Como fica a população, especialmente a mais vulnerável? O gestor público precisa pensar em serviços fundamentais. É preciso olhar as contas antes de fazer cortes num serviço tão importante como o Samu. Teremos pela frente uma estiagem prevista para o segundo semestre deste ano, com alto risco de secas severas e calor extremo. Vamos precisar, e muito, dos serviços oferecidos pelo Samu”, completou a parlamentar.

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Eliane Xunakalo acrescentou que não só apoia como reforça a iniciativa de seu colega Lúdio Cabral (PT), a quem substitui por 30 dias, que enviou, no final de março, ofício ao Ministério Público Estadual pedindo para investigar as demissões e fechamento das bases do Samu pelo Governo do Estado. “É preciso que sejam tomadas medidas para assegurar a continuidade dos serviços prestados pelo Samu à população mato-grossense”, concluiu. (Por Jairo Pitolé)

Fonte: ALMT – MT

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