POLÍTICA NACIONAL

Bittar diz que facção criminosa ameaçou de morte prefeito de Rio Branco

Publicado em

O senador Marcio Bittar (União-AC) chamou a atenção, em pronunciamento nesta quarta-feira (16), para a notícia veiculada pela imprensa do seu estado de que uma facção criminosa ameaçou de morte o prefeito reeleito da capital, Rio Branco, Tião Bocalom. Segundo o parlamentar, a segurança de Bocalom foi reforçada.

Bittar criticou a declaração do presidente estadual do PT no Acre, Daniel Zen, que teria questionado se Bocalom tem algum tipo de relação com a facção. Bittar manifestou a sua solidariedade ao prefeito eleito e afirmou que Bocalom é um homem sério e correto, bastante conhecido pelos eleitores acreanos.

— Tião Bocalom é um homem de 70 anos de idade, que foi prefeito do interior do estado do Acre três vezes. Governou Rio Branco, terminando [agora os] quatro anos. Não tem uma denúncia na vida dele! Não responde a um processo, de nenhuma origem, nem por corrupção, nem por nada. O Acre inteiro conhece o caráter do prefeito Tião Bocalom, reeleito agora no primeiro turno, dando uma surra de votos na esquerda maliciosa, como está aqui, na postagem do ex-deputado estadual e presidente do PT. Malicioso e criminoso isso aqui. O Acre inteiro sabe que se trata de um homem sério, um cristão raiz e um homem que administra com austeridade.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem que ameaçou a própria mãe de morte em Cuiabá

O parlamentar ainda questionou o aumento do poder das facções criminosas e afirmou que algumas partes do território brasileiro não são mais governadas pelo Estado.

— Essas últimas eleições, repetindo as outras, está repleta de exemplos de regiões, nos municípios, em que certos candidatos não podem entrar, e outros sim. E o que é que se fala no Brasil inteiro? É que, para entrar no território dominado por uma facção, é preciso fazer acordo com o chefe da organização criminosa.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova capacitação de primeiros socorros voltada a alunos com doenças crônicas

Published

on

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia o treinamento de primeiros socorros oferecido a professores e funcionários da educação básica e de centros de recreação infantil. A proposta determina a inclusão de técnicas para identificar situações de risco e prestar os primeiros cuidados a estudantes com doenças crônicas, deficiência ou outras condições que exijam atenção específica no ambiente escolar.

Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), ao Projeto de Lei 714/26, do deputado Capitão Augusto (PL-SP).

O texto original previa a criação de um programa de capacitação voltado exclusivamente ao atendimento de alunos com diabetes tipo 1 e tipo 2. A relatora, no entanto, ampliou o alcance da proposta para contemplar todos os estudantes com necessidades específicas de saúde.

Pelo substitutivo, as mudanças deixam de ser feitas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e passam a integrar a Lei 13.722/18, conhecida como Lei Lucas, que estabelece a capacitação em primeiros socorros para professores e funcionários de escolas e espaços de recreação infantil.

Leia Também:  Vice-prefeito mobiliza Energisa e vereadores eleitos em busca de soluções para o Jonas Pinheiro

Segundo Silvia Cristina, a alteração torna a medida mais abrangente. “A condição de estudantes com diabetes não está enquadrada nas regras de atendimento de deficiência na legislação de ensino. Por isso, a alteração na lei de socorros de escolas atende de forma ampla a totalidade dos alunos com demandas de cuidados de saúde”, afirmou.

A Lei Lucas tornou obrigatório o treinamento em primeiros socorros após a morte do menino Lucas Begalli, de 10 anos, que sofreu engasgamento durante um passeio escolar em Campinas (SP), em 2017.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA