POLÍTICA NACIONAL

Câmara está comprometida com a transição energética, afirma Lira

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), reafirmou o compromisso dos parlamentares com a pauta da transição energética. Lira destacou a aprovação da Lei do Combustível do Futuro, cujo objetivo é expandir o uso do etanol e do biodiesel na matriz energética brasileira.

De acordo com o presidente, a nova legislação fortalece a posição do Brasil na produção de biocombustíveis e na sua capacidade de inovar em tecnologias limpas.

Lira participou da 24ª Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol nesta segunda-feira (21). Ele destacou o papel do etanol brasileiro como referência global na transição energética.

“Reitero o compromisso de nossos parlamentares de continuar trabalhando em prol do Brasil e dos brasileiros. Seguiremos aprimorando o nosso arcabouço legal para dar melhores condições e maiores oportunidades para que esse setor prossiga prosperando”, disse.

Lira destacou que agronegócio do Brasil é incompreendido e alvo de críticas injustas, contaminadas pela discussão ideológica. Segundo ele, o País tem uma das mais avançadas e estritas legislações ambientais do planeta com o objetivo de conciliar desenvolvimento e sustentabilidade.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras para exercício da profissão de detetive particular

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que define requisitos para o exercício da profissão de detetive particular. O registro profissional obrigatório deverá ser feito no Ministério do Trabalho e Emprego.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), para o Projeto de Lei 9323/17, do ex-deputado Rogério Peninha Mendonça (SC). O relator também aproveitou parte de uma iniciativa que tramita em conjunto.

O substitutivo aprovado altera a Lei 13.432/17, que trata da profissão. Pelo texto, passam a ser equiparadas à expressão “detetive particular” as denominações “detetive profissional” e “agente de investigação privada”.

Exigências
Além disso, a proposta altera a norma para exigir, no exercício da profissão, os requisitos de capacidade civil e penal, gozo dos direitos civis e políticos e ausência de condenação penal transitada em julgado.

O texto original atribuía à Polícia Federal o registro profissional da categoria. “Projeto de iniciativa parlamentar não pode dispor sobre atribuições a um órgão da administração pública”, afirmou Leo Prates no parecer aprovado.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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