POLÍTICA NACIONAL

Capitão Alden diz que isenção de imposto deve ser compensada com combate à corrupção; ouça a entrevista

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O vice-líder da oposição na Câmara, deputado Capitão Alden (PL-BA), disse que a bancada deve defender a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda a partir de 2026. A proposta de reforma do Imposto de Renda (PL 1087/25) é o único item da pauta do Plenário desta quarta-feira (1º).

O texto que será votado foi aprovado por uma comissão especial, com as mudanças sugeridas pelo relator, deputado Arthur Lira (PP-AL). No entanto, no Plenário já foram apresentadas mais de 50 emendas para modificar o projeto.

Teto maior
Em entrevista à Rádio Câmara, horas antes da votação, Capitão Alden disse que a oposição defende isenção para quem ganha até R$ 10 mil por mês.

“Nós apresentaremos um destaque para ampliar essa isenção para quem ganha até R$ 10 mil. E qual seria a compensação? Muito simples, cortar na própria carne”, afirmou.

Ineficiência do governo
Ele criticou medidas do governo federal, que considera excessivas e pouco eficientes. “Só para ter uma ideia, nós temos cerca de 38 ministérios. Isso gera um impacto financeiro para o país absurdo.”

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Segundo ele, nunca se gastou tanto no Brasil com programas sociais e isenções para setores específicos, o que impacta negativamente o progresso do país.

“Se nós reduzirmos a corrupção, se nós diminuirmos a máquina pública, eu tenho certeza absoluta que vai sobrar dinheiro no caixa.”

Da Rádio Câmara
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente

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A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a emissão de atestado para amparar ausência no trabalho de responsável legal de criança menor de 12 anos cuja doença demande assistência direta. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Alencar Santana (PT-SP), o Projeto de Lei 4913/25 foi aprovado na forma de substitutivo da relatora, deputada Denise Pêssoa (PT-RS).

Segundo o texto, a emissão do atestado será obrigatória sempre que for recomendado repouso da criança e houver necessidade de acompanhamento direto durante o período de recuperação.

No entanto, o afastamento do ambiente de trabalho não implicará necessariamente uma folga. Sempre que possível, a atividade laboral será realizada por teletrabalho, compensação de jornada e outras formas previstas em lei ou em negociação coletiva.

Além dos dados de identificação, o atestado deverá conter o período recomendado de repouso e a declaração expressa da necessidade de acompanhamento do responsável legal. Caso não haja impedimento ético-médico, também deverá ser descrito o diagnóstico pelo médico assistente da criança.

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Licença
No caso de não ser possível prestar assistência direta indispensável à criança simultaneamente com o exercício do trabalho ou por meio de compensação de horário, uma licença deverá ser concedida por 14 dias, consecutivos ou não, dentro de um período de 12 meses. O início desse período será contado a partir da data do primeiro afastamento concedido.

Durante a licença, serão assegurados a manutenção do vínculo empregatício e os direitos previstos em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Os dias tirados por essa licença não serão considerados falta ao serviço para fins de desconto do salário e contagem de dias de férias a que o trabalhador tem direito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Mais informações em instantes

Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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