POLÍTICA NACIONAL

CDR ouve presidente da Embratur, Marcelo Freixo, na terça-feira

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Marcelo Freixo, presidente da Embratur, a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, será ouvido pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) em audiência pública nesta terça-feira (19), a partir das 9h30. O requerimento é da presidente da comissão, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). O objetivo é discutir as políticas do setor, com vistas a um crescimento econômico equilibrado e sustentável do turismo.

A Embratur é a agência responsável pela promoção internacional do turismo brasileiro e atua na divulgação dos destinos nacionais no exterior, atraindo visitantes e investimentos.

Em seu requerimento (REQ 8/2025), Dorinha Seabra ressalta a atribuição da CDR de analisar, debater e fiscalizar proposições relacionadas às políticas de desenvolvimento regional e turismo. A parlamentar considera esses setores essenciais para a economia.

Na reunião serão discutidos, entre outros pontos:

  • Desafios enfrentados na promoção do turismo brasileiro, incluindo questões relacionadas à infraestrutura, conectividade e competitividade no mercado global.;
  • Estratégias de promoção internacional adotadas pela Embratur para aumentar o fluxo de turistas estrangeiros e os impactos esperados no desenvolvimento regional;
  • Intersetorialidade com outras políticas públicas, visando à integração com ações de outros ministérios, estados e municípios;
  • Parcerias internacionais e regionais em andamento.
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LDO

Após a audiência pública, a CDR fará a discussão e votação das emendas a serem apresentadas à Comissão Mista de Orçamento (CMO), referente ao PLN 02/2025, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). De acordo com o presidente da comissão, senador Efraim Filho (União-PB), a LDO deverá ser votada em setembro.

A relatora das emendas da CDR é a senadora Augusta Brito (PT-CE).

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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