POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho critica gasto com publicidade do BNDES e cobra fiscalização

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Em pronunciamento nesta terça-feira (16), o senador Cleitinho (Republicanos-MG), criticou o aumento de gastos com publicidade do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cleitinho disse que o uso de dinheiro público em propagandas precisa ser fiscalizado e declarou que vai pedir uma investigação ao Tribunal de Contas da União (TCU). 

一 São R$ 187 milhões com propaganda do BNDES. Lembrando, que ainda falta um ano [do mandato atual do presidente Lula]. Isso vai passar de R$ 200 milhões só com propaganda. A gestão de Bolsonaro, nos quatro anos, gastou R$ 30 milhões. Só no mês de dezembro de 2024, o BNDES teve coragem de gastar R$ 40 milhões com propaganda. Então, eu acho que a gente tem a obrigação de fiscalizar. 

O parlamentar também defendeu a diminuição de impostos no país, afirmando que “de tudo o que a gente consome aqui neste país, tudo, até para respirar, 50% é imposto”. 

Cleitinho disse ainda que é necessária a maior participação popular na cobrança e fiscalização do dinheiro público. 

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一 Fiscalizem o dinheiro público, façam um bom uso do dinheiro público para vocês verem se as coisas não funcionam neste país.

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que impede que assassino receba herança de outros membros da família

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que impede herdeiros condenados por homicídio de receber, por vias indiretas, o patrimônio de outros parentes da mesma família.

A comissão aprovou o substitutivo apresentado pela relatora na CCJ, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 23/26, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE). 

A proposta estende o chamado “instituto da indignidade” aos parentes colaterais até o quarto grau. A alteração é incluída no Código Civil. Pela regra atual, a perda do direito à herança por crime doloso só vale quando o crime é cometido contra o dono dos bens, seu cônjuge, companheiro, pais ou filhos. 

O projeto foi apresentado pela autora com o objetivo de criar a “Lei Suzane von Richtofen”. Richtofen foi condenada a 39 anos de prisão por planejar o assassinato dos próprios pais em 2002 e hoje cumpre a pena em regime aberto. O caso voltou a repercutir pela possibilidade legal de ela herdar parte do patrimônio de um tio falecido.

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Seguro de vida
O texto aprovado também modifica a Lei do Contrato de Seguro, para prever que seguro de vida também não poderá ser pago nos casos previstos pelo Código Civil, ou seja, para quem tiver sido autor, co-autor ou tiver participado de homicídio doloso contra o segurado, seu cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou os seus colaterais até o quarto grau. 

Segundo a relatora, essas modificações, além de trazerem mais segurança jurídica ao evitarem longas discussões judiciais em inventários, “garantem que o patrimônio familiar permaneça com aqueles que respeitam a solidariedade inerente aos vínculos de sangue e afeto, compatibilizando a norma aos valores que informam o Direito Civil contemporâneo”. 

A proposta ainda precisa passar pelo Plenário da Câmara, antes de seguir ao Senado.

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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