POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho defende fim das emendas parlamentares obrigatórias

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu nesta terça-feira (27), em discurso no Plenário, o fim das emendas parlamentares obrigatórias e a valorização do papel fiscalizador do Congresso Nacional. Para o parlamentar, o Legislativo deve se concentrar em legislar e fiscalizar, deixando a execução orçamentária a cargo do Poder Executivo.

— Tratar emenda parlamentar como se fosse a única coisa que um deputado ou um senador pode fazer é muito pouco para o Congresso Nacional. O Parlamento, a maior função dele é fiscalizar e legislar. Se eu acho um absurdo o Judiciário querer legislar, também tenho que achar um absurdo o Legislativo querer executar — afirmou.

Cleitinho declarou apoio à audiência pública convocada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino marcada para 27 de junho, que tratará dos efeitos da execução obrigatória das emendas. Segundo o senador, a prática atual gera desequilíbrio entre os Poderes e reduz a capacidade de planejamento do Executivo.

Durante o discurso, Cleitinho também relatou dificuldades na liberação de recursos indicados por ele em 2023 e criticou a associação entre emendas e apoio político. Mencionou ainda denúncias veiculadas na imprensa sobre supostas ameaças relacionadas à votação de projetos de anistia e afirmou que esta é uma prerrogativa constitucional do Parlamento.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto destina recursos a programa de aprimoramento da gestão fiscal

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O Congresso Nacional vai analisar a abertura de crédito suplementar no valor de R$ 240 milhões em favor do Ministério da Fazenda. O recurso será utilizado na implantação de soluções tecnológicas decorrentes da reforma tributária, por meio do Programa de Modernização da Gestão Fiscal (Profisco III).

Encaminhado pela Presidência da República, o PLN 4/2026 aguarda a designação de relator na Comissão Mista de Orçamento (CMO).

O Profisco III visa financiar a melhoria da administração das receitas e da gestão fiscal, financeira e patrimonial da União, em parceria com os estados, Distrito Federal e municípios.

Com o parecer aprovado na CMO, o PLN seguirá para discussão e votação em sessão conjunta do Congresso Nacional (Câmara e Senado). Após a aprovação pelos parlamentares, o texto é enviado para sanção do presidente da República.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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